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	<title>Arquivos Endometriose | Grupo Medless</title>
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	<description>Medicina e saúde para vida</description>
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	<title>Arquivos Endometriose | Grupo Medless</title>
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	<item>
		<title>Conscientização sobre a Endometriose — “Dor não é normal”</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/conscientizacao-sobre-a-endometriose-dor-nao-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentir dor não é normal, pode ser Endometriose A dor pélvica crônica, especialmente durante o período menstrual, ainda é socialmente normalizada. No entanto, dor não é normal, e esse é um dos principais alertas da comunidade médica quando se fala em endometriose. A endometriose é uma doença ginecológica inflamatória crônica, caracterizada pela presença de tecido [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07_05_2025-Dia-da-Endometriose-2-1024x1024.png" alt="endometriose" class="wp-image-8784" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07_05_2025-Dia-da-Endometriose-2-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07_05_2025-Dia-da-Endometriose-2-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07_05_2025-Dia-da-Endometriose-2-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07_05_2025-Dia-da-Endometriose-2-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/05/07_05_2025-Dia-da-Endometriose-2.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Sentir dor não é normal, pode ser Endometriose</strong></p>



<p>A dor pélvica crônica, especialmente durante o período menstrual, ainda é socialmente normalizada.</p>



<p>No entanto, <strong>dor não é normal</strong>, e esse é um dos principais alertas da comunidade médica quando se fala em <strong>endometriose</strong>.</p>



<p>A endometriose é uma doença ginecológica inflamatória crônica, caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, provocando inflamação, dor e, muitas vezes, infertilidade.</p>



<p>Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), <strong>uma em cada 10 mulheres em idade reprodutiva sofre com endometriose no mundo</strong>, o que representa mais de <strong>190 milhões de mulheres</strong>.<br><br></p>



<p><strong>Endometriose no Brasil</strong><br><br>No Brasil, estima-se que cerca de <strong>7 milhões de mulheres</strong> enfrentem os impactos dessa condição, muitas vezes sem diagnóstico ou tratamento adequado.</p>



<p>A média de tempo entre os primeiros sintomas e o diagnóstico pode chegar a <strong>7 anos</strong>, o que agrava ainda mais o quadro clínico.</p>



<p>Os sintomas mais comuns incluem:</p>



<p>Dismenorreia intensa (cólicas menstruais fortes)<br>Dor durante as relações sexuais (dispareunia)<br>Dor ao evacuar ou urinar durante a menstruação<br>Sangramentos intensos<br>Infertilidade</p>



<p>A normalização dessas dores contribui diretamente para o atraso no diagnóstico e para o sofrimento silencioso de milhões de mulheres.</p>



<p>Por isso, <strong>o papel dos profissionais de saúde é fundamental para acolher, investigar e orientar com sensibilidade e assertividade</strong>.</p>



<p>A conscientização começa no consultório, mas deve ultrapassar as paredes clínicas para alcançar escolas, mídias e lares.</p>



<p><strong>A educação sobre o ciclo menstrual e o incentivo à escuta ativa das pacientes são passos cruciais na luta contra o subdiagnóstico da endometriose</strong>.</p>



<p>Procure um profissional da área responsável para fazer sua anamnese devidamente, cuide-se!<br><br>Medless, saúde de dentro para fora!</p>



<p></p>
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		<title>Câncer de ovário e Endometriose</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/cancer-de-ovario-e-endometriose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de ovário]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[saude da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[útero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A endometriose e o câncer de ovário são duas condições ginecológicas distintas, mas existe uma associação entre elas que merece ser discutida. Vamos explorar essa relação mais detalhadamente neste blog: Entendendo o Câncer de Ovário O câncer de ovário é uma condição grave e potencialmente fatal que se desenvolve nos ovários, órgãos reprodutores femininos responsáveis [&#8230;]</p>
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<p>A endometriose e o câncer de ovário são duas condições ginecológicas distintas, mas existe uma associação entre elas que merece ser discutida. Vamos explorar essa relação mais detalhadamente neste blog:</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo o Câncer de Ovário</h2>



<p>O câncer de ovário é uma condição grave e potencialmente fatal que se desenvolve nos ovários, órgãos reprodutores femininos responsáveis pela produção de óvulos e hormônios.</p>



<p>É considerado o quinto tipo mais comum de câncer em mulheres e uma das principais causas de morte por câncer ginecológico.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Fatores de Risco</h5>



<p>Os fatores de risco para câncer de ovário incluem idade avançada, história familiar de câncer de ovário ou câncer de mama, mutações genéticas hereditárias (como BRCA1 e BRCA2), nunca ter engravidado, uso prolongado de terapia de reposição hormonal, obesidade e histórico de endometriose.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Sintomas</h5>



<p>Os sintomas do câncer de ovário podem ser vagos e não específicos, o que muitas vezes leva ao diagnóstico tardio. </p>



<p>Os sinais comuns incluem inchaço abdominal, dor pélvica ou abdominal persistente, dificuldade para comer ou sentir-se saciado rapidamente, necessidade frequente de urinar e alterações no trânsito intestinal.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Diagnóstico</h5>



<p>O diagnóstico precoce do câncer de ovário é desafiador devido à ausência de sintomas específicos e à falta de métodos eficazes de triagem em estágios iniciais.</p>



<p>Os exames diagnósticos incluem ultrassonografia pélvica, tomografia computadorizada, ressonância magnética e marcadores tumorais como o CA-125.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Tratamento</h5>



<p>O tratamento do câncer de ovário depende do estágio da doença e pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia alvo.</p>



<p>A cirurgia geralmente é realizada para remover o máximo possível do tumor, seguida por terapias adicionais para eliminar células cancerígenas remanescentes e prevenir recorrências.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Prognóstico</h5>



<p>O prognóstico do câncer de ovário varia significativamente de acordo com o estágio da doença no momento do diagnóstico.</p>



<p>A detecção precoce é fundamental para um tratamento eficaz e melhores resultados. Infelizmente, muitos casos de câncer de ovário são diagnosticados em estágios avançados, o que torna o tratamento mais desafiador e reduz as taxas de sobrevida a longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo a Endometriose</h2>



<p>A endometriose é uma condição na qual o tecido semelhante ao endométrio, que normalmente reveste o interior do útero, cresce fora do útero.</p>



<p>Esses implantes de tecido endometrial podem se desenvolver em órgãos pélvicos como os ovários, trompas de Falópio, peritônio e intestinos, causando dor crônica, cicatrizes e problemas de fertilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Link com o Câncer de Ovário</h2>



<p>Embora a endometriose em si não seja considerada uma condição pré-cancerosa, estudos demonstraram uma associação entre endometriose e câncer de ovário. </p>



<p>Mulheres com endometriose têm um risco ligeiramente aumentado de desenvolver câncer epitelial de ovário em comparação com mulheres sem endometriose. </p>



<p>Esse risco é mais significativo em mulheres com endometriose ovariana e em casos de endometriose profunda.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores de Risco Comuns das  Endometriose e Câncer de Ovário</h3>



<p>Ambas as condições compartilham alguns fatores de risco, como predisposição genética, alterações hormonais e inflamação crônica.</p>



<p>Mulheres com história familiar de câncer de ovário ou endometriose podem ter um risco aumentado de desenvolver ambas as condições.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mecanismos Biológicos</h3>



<p>Os mecanismos biológicos subjacentes à associação entre endometriose e câncer de ovário ainda não estão totalmente esclarecidos. </p>



<p>Algumas teorias sugerem que a inflamação crônica associada à endometriose pode criar um ambiente propício para o desenvolvimento de células cancerígenas nos ovários.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Importância da Conscientização e Monitoramento</h3>



<p>É essencial que as mulheres com endometriose entendam os potenciais riscos associados e estejam cientes dos sintomas de alerta do câncer de ovário, como inchaço abdominal, dor pélvica persistente, alterações no trânsito intestinal e perda de peso inexplicada. </p>



<p>O diagnóstico precoce do câncer de ovário é fundamental para um tratamento eficaz e melhores resultados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mas afinal, a mulher que tem Endometriose, também terá Câncer de Ovàrio?</h3>



<p>Embora a endometriose aumente ligeiramente o risco de câncer de ovário, é importante ressaltar que a maioria das mulheres com endometriose não desenvolverá câncer de ovário.</p>



<p>No entanto, a conscientização, o monitoramento regular e a consulta com um ginecologista especializado são fundamentais para garantir o bem-estar e a saúde reprodutiva das mulheres afetadas por essa condição crônica. </p>



<p>A pesquisa contínua é necessária para entender melhor a relação entre endometriose e câncer de ovário e desenvolver estratégias de prevenção e manejo eficazes.</p>
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		<item>
		<title>Gestrinona: Vilã ou Mocinha?</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/gestrinona-vila-ou-mocinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 15:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[gestrinona]]></category>
		<category><![CDATA[implantes hormonais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quadro Histórico do hormônio sintético mais polêmico da atualidade: Gestrinona. A Gestrinona, desenvolvida em meados dos anos 70, é um hormônio sintético, derivada da 19 nor (um anabolizante), que teve sua introdução médica, inicialmente usada para tratamentos de pacientes com endometriose, em 1986. Em 1988, aproximadamente, foi realizado um estudo que dizia resumidamente o seguinte: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-1024x1024.png" alt="gestrinona" class="wp-image-7099" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quadro Histórico do hormônio sintético mais polêmico da atualidade: Gestrinona.</h2>



<p>A Gestrinona, desenvolvida em meados dos anos 70, é um hormônio sintético, derivada da 19 nor (um anabolizante), que teve sua introdução médica, inicialmente usada para tratamentos de pacientes com endometriose, em 1986.</p>



<p>Em 1988, aproximadamente, foi realizado um estudo que dizia resumidamente o seguinte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Vinte pacientes com diagnóstico prévio de <strong>endometriose</strong>, feito por laparoscopia ou laparotomia, foram tratadas com gestrinona. A dose usada foi de 2,5 mg três vezes por semana, durante seis meses. Todas as pacientes realizaram laparoscopia pós-tratamento. Os casos foram de endometriose estádio I (15), estádio II (1) e estádio III (4). Foi obtida amenorreia em todos os casos, com taxas acumuladas de ocorrência de “manchas” em 55 por cento. As principais queixas foram acne e seborreia e observou-se um aumento médio de peso de 4,2 Kg durante o tratamento. De 13 pacientes que referiram dor pélvica, todas apresentaram <strong>ausência de sintomas após o segundo mês de tratamento</strong>. Houve <strong>melhora ou cura das lesões endometrióides</strong> em <strong>80 por cento dos casos</strong>. A gestrinona mostrou bons efeitos na <strong>melhora da dor pélvica e sobre as lesões endometrióide</strong>, com efeitos colaterais suportáveis.</p>
<cite>Fonte: HALBE, Hans Wolfgang et al.&nbsp;<strong><a href="https://repositorio.usp.br/item/000865509">Tratamento da endometriose com gestrinona</a></strong>. Revista Brasileira de Medicina, v. 41, n. esp., p. 8-12, 1994 (Acesse também pelo <a href="https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-147168">link aqui</a>).</cite></blockquote>



<p>Com sua autorização de comercialização industrial vencida no exterior, perdeu espaço para se apresentar os benefícios clínicos diante do uso adequado para a doença da Endometriose.</p>



<p>Ainda assim, anos mais tarde, diante de uma má interpretação, infelizmente ganhou o rótulo de “chip da beleza”, que nada tem a ver com os objetivos do ativo. (Leia mais em <a href="https://grupomedless.com.br/gestrinona-verdades-e-mitos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verdades  e Mitos &#8211; Gestrinona</a>)</p>



<p>Em 1993, um médico ficou conhecido por publicar artigos em revistas estragengeiras, Dr. Elsimar Coutinho iniciou então a comercialização da manipulação do fármaco, gestrinona.</p>



<p>Uma publicação proibindo a publicidade do fármaco, em dezembro de 2021, pode ter agravado a má interpretação do uso da gestrinona para tratamento da doença Endometriose, mas não ganhou forças.</p>



<p>No dia 13/07/2022, saiu no Diário Oficial da União pela manhã uma lista (RDC Nº 734) com alterações da Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, onde classifica a gestrinona como medicamento controlado pela ANVISA.</p>



<p>Atualmente, a polêmica que vem repercutindo nos canais de comunicação é a proibição de prescrição médica de implantes hormonais, de modo geral, para fins estéticos.</p>



<p>Porém, o questionamento que todos devemos fazer é:</p>



<p>Será que o uso adequado, ético e responsável, com embasamento científico para mulheres que sofrem com uma doença crônica, e que por muitas vezes destrói a sua qualidade de vida, não é realmente viável?</p>



<p>O tratamento terapêutico com uso de dispositivos dérmicos (nome adotado por nós, para implantes hormonais) para fins de saúde e qualidade de vida não importam?</p>



<p>Afinal, a gestrinona manipulada em farmácias magistrais, é mesmo a vilã da história?</p>



<p>Claro, todos esses questionamentos não devem apenas servir para reflexão, mas para trazer um olhar mais clínico para pacientes que realmente precisam desse medicamento, afim de conseguir ter uma rotina mais tranquila, sem dores ou desconfortos dentro ou fora dos seus períodos menstruais.</p>



<p>Qual a sua opinião a respeito?</p>



<p>Medless, saúde de dentro para fora.</p>
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		<item>
		<title>Endometriose x Sistema imunológico</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/endometriose-x-sistema-imunologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[doença crônica]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imunológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigando outra possível “causa” da Doença Crônica? Apesar da inflamação crônica e os níveis de estrogênio anormalmente altos sejam características bem conhecidas da endometriose, a etiologia exata da doença permanece amplamente indefinida. Um dos maiores desafios da ginecologia moderna é entender a fisiopatologia da endometriose e tentar preveni-la. A endometriose é uma doença crônica comum [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/11-Sist-Imunologico-_-Endometriose-1024x1024.png" alt="sistema imunológico x endometriose" class="wp-image-7073" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/11-Sist-Imunologico-_-Endometriose-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/11-Sist-Imunologico-_-Endometriose-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/11-Sist-Imunologico-_-Endometriose-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/11-Sist-Imunologico-_-Endometriose-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/11-Sist-Imunologico-_-Endometriose.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Investigando outra possível “causa” da Doença Crônica?</h2>



<p>Apesar da inflamação crônica e os níveis de estrogênio anormalmente altos sejam características bem conhecidas da <a href="https://grupomedless.com.br/endometriose-metodos-de-diagnostico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">endometriose</a>, a etiologia exata da doença permanece amplamente indefinida.</p>



<p>Um dos maiores desafios da ginecologia moderna é entender a fisiopatologia da endometriose e tentar preveni-la.</p>



<p>A endometriose é uma doença crônica comum em mulheres em idade reprodutiva e que afeta aproximadamente 7 milhões de brasileiras, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p>A definição clássica refere-se à presença de tecido semelhante ao endométrio fora da cavidade uterina; no entanto, existe considerável heterogeneidade entre os pacientes, tanto em termos de fenótipo da doença quanto de gravidade dos sintomas associados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz o estudo realizado em cima desta questão?</h2>



<p>Acredita-se que os autoanticorpos contribuam para o desenvolvimento da endometriose ao estimular o sistema imunológico e perpetuar a inflamação; no entanto, não há nenhuma evidência conclusiva para apoiar a tese.</p>



<p>O fato de autoanticorpos estarem presentes em pacientes com endometriose é ainda mais complicado por comorbidades.</p>



<p>Uma clara relação é enfatizada entre a endometriose e a presença de outras doenças imunológicas e autoimunes, como artrite reumatóide, psoríase e alergias.</p>



<p>As células imunes, como neutrófilos, macrófagos, células NK e células dendríticas, podem desempenhar um papel especial na angiogênese, crescimento e invasão de células endometrióticas.</p>



<p>Também afetam o ambiente da endometriose, e os inibidores do ponto de checagem imunológico devem ser responsáveis ​​pelo controle da resposta imune, mas em pacientes com a doença crônica e seus níveis são diferentes daqueles em pacientes saudáveis.</p>



<p>‌Lembrando que, é recomendado o acompanhamento médico para diagnóstico e tratamento.</p>



<p>Gostou? Você pode ler todos os detalhes do estudo clicando <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9265783/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></p>



<p>‌</p>



<p>Medless, saúde de dentro para fora.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Endometriose, atualizações&#8230;</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/endometriose-atualizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[estresse oxidativo]]></category>
		<category><![CDATA[estrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[progesterona]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Endometriose, um breve resumo A doença crônica do endométrio, conhecida como endometriose, é uma patologia inflamatória que causa sintomas angustiantes para uma mulher, conturbando por completo a sua rotina de vida. Cada uma de suas formas pélvicas distintas (peritoneal, ovariana e retovaginal) tem apresentações específicas, mas a dismenorreia e a dor pélvica crônica não menstrual [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/30-Novos-alvos-de-medicamentos-Endo-1024x1024.png" alt="endometriose" class="wp-image-6873" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/30-Novos-alvos-de-medicamentos-Endo-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/30-Novos-alvos-de-medicamentos-Endo-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/30-Novos-alvos-de-medicamentos-Endo-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/30-Novos-alvos-de-medicamentos-Endo-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/30-Novos-alvos-de-medicamentos-Endo.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Endometriose, um breve resumo</h2>



<p>A doença crônica do endométrio, conhecida como endometriose, é uma patologia inflamatória que causa sintomas angustiantes para uma mulher, conturbando por completo a sua rotina de vida.</p>



<p>Cada uma de suas formas pélvicas distintas (peritoneal, ovariana e retovaginal) tem apresentações específicas, mas a dismenorreia e a dor pélvica crônica não menstrual são as manifestações mais comuns.</p>



<p>Como você sabe, somos uma <a href="https://grupomedless.com.br/medless-uma-empresa-healthtech/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">HealthTech</a> especializada na saúde da mulher, e com o propósito de levar cada vez mais qualidade de vida através de menos medicamentos.</p>



<p>Que tratamos endometriose, também não é novidade.<br>O que vamos abordar hoje é um resumo sobre os novos alvos medicamentosos para o tratamento da endometriose.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que há de novo?</h2>



<p>Bom, já abordamos assuntos como <a href="https://grupomedless.com.br/endometriose-mais-terapia-menos-cirurgia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8220;menos cirurgia e mais terapia&#8221;</a>, também já abordamos fatores de risco, alimentação, estilo de vida, hormônios, e todos os tipos de tratamentos indicados para a situação.</p>



<p>Mas, esse artigo diz respeito a novos alvos, novos fatores de risco não olhados com mais atenção antes, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fator nuclear kappa B e citocinas;</li>



<li>Espécies reativas de oxigênio;</li>



<li>Vias apoptóticas e autofágicas;</li>



<li>Reguladores da transição mesenquimal e angiogênese;</li>



<li>E neuroangiogênese.</li>
</ul>



<p>Ele cita um risco interessante, que nós ainda não comentamos sobre, o estresse oxidativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Endometriose x Estresse Oxidativo</h3>



<p>O estresse oxidativo significa um desequilíbrio entre a geração de compostos oxidantes e a atuação dos sistemas de defesa antioxidante.<br>Seus sintomas podem ser:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estresse;</li>



<li>cansaço;</li>



<li>desequilíbrio emocional;</li>



<li>ansiedade;</li>



<li>agitação;</li>



<li>dores de cabeça, dentre outros.</li>
</ul>



<p>Este assunto ainda tem sido bastante estudado e todas as novidades, nós estamos atentos e vamos muni-los de informação de qualidade.</p>



<p>Outro fator citado no artigo é a resistência à progesterona.</p>



<p>Apesar da intensa pesquisa, permanece intrigante por que as terapias hormonais em geral e os progestágenos em particular às vezes falham na endometriose.</p>



<p>Nós, nossa equipe médica, farmacêitica, acadêmicos e cientistas, que estudam, pesquisam e desenvolvem um papel muito importante para a saúde da mulher, podem acrescentar uma única frase como resposta:</p>



<p><strong>&#8220;Menos é mais&#8221;</strong></p>



<p>Menos medicamentos, como forma de terapia hormonal, já foi mais que comprovado entre os colegas médicos.</p>



<p>Existe um estudo que fala especificamente sobre a progesterona, e a conclusão dele diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Os progestágenos têm sido usados ​​para tratar a endometriose há mais de 60 anos com grandes taxas de sucesso, mas ainda assim alguns pacientes não respondem a essa terapia como esperado. Os progestágenos dependem da expressão de PR para exercer suas ações nas células-alvo, mas a expressão de PR é frequentemente atenuada e interrompida em focos de endometriose, que não podem ser resolvidos por simples aumento de dose ou por pequenas modificações no desenho molecular da droga. Os anticoncepcionais hormonais combinados têm as mesmas limitações dos progestágenos isolados, além de um possível efeito contraproducente do composto estrogênico.</em></p>
<cite><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7317284/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pubmed </a></cite></blockquote>



<p>A verdade é que a endometriose ainda é uma fonte de discórdia.<br>E por fim, a doença deve ser investigada com mais cautela e tratada a longo prazo.</p>



<p>Outra citação na conclusão deste artigo é:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>A endometriose requer um tratamento sustentado ao longo da vida. O objetivo é maximizar o uso da terapia médica e evitar múltiplos procedimentos cirúrgicos. Os profissionais de saúde envolvidos em pesquisas farmacêuticas e ensaios clínicos devem adquirir e ser capazes de fornecer uma visão completa dos impactos e efeitos colaterais das terapias existentes. Finalmente, todas as áreas que requerem um exame mais minucioso em termos de eficácia e segurança do tratamento precisam ser minuciosamente investigadas em populações do mundo real.</em></p>
<cite><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9687824/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PUBMED</a></cite></blockquote>



<p>Leia diretamente o artigo compartilhado acima, existem informações técnicas e detalhadas que não vamos entrar afundo, mas estamos de olho a cada atualização, principalmente se a mesma se referir a trazer mais qualidade de vida para uma mulher que sofre com oscilação de hormônios a vida inteira.</p>



<p>Gostou deste post?<br>Nos ajude a compartilhar informações de qualidade, mande para alguém.</p>



<p>Medless, saúde de dentro para fora.</p>
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		<item>
		<title>Endometriose: Métodos de Diagnóstico</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/endometriose-metodos-de-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Manipulados]]></category>
		<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassonografia vaginal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual o valor da investigação em casos de Endometriose? Um estudo publicado em julho de 2022, debate sobre o tema de investigação para diagnóstico da doença inflamatória do endométrio. A ultrassonografia e a ressonância magnética são meios não invasivos e importantes de se avaliar com precisão a doença, principalmente em casos pré-operatórios. Endometriose Embora a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-1024x1024.png" alt="diagnóstico da endometriose" class="wp-image-6865" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o valor da investigação em casos de Endometriose?</h2>



<p>Um estudo publicado em julho de 2022, debate sobre o tema de investigação para diagnóstico da doença inflamatória do endométrio.</p>



<p>A ultrassonografia e a ressonância magnética são meios não invasivos e importantes de se avaliar com precisão a doença, principalmente em casos pré-operatórios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Endometriose</h3>



<p>Embora a doença seja benigna, ela é um problema médico, social e também econômico devido aos sintomas de caráter crônico.</p>



<p>Ela também é associada a complicações na gravidez como pré-eclâmpsia, partos prematuros e condições placentárias. Além de estar ligada em alguns casos com a infertilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Métodos de Diagnóstico</h3>



<p>Até recentemente tratava-se em grande escala com laparoscopia, apesar de muito se falar de que não há riscos neste procedimento, há muitos relatos de mulheres que gostariam de ser mãe e não conseguiram devido a cirurgia.</p>



<p>Existem vários meios de investigação da doença, incluindo o histórico de lesões no endométrio da paciente, o histórico clínico e laboratorial e também seu estilo de vida.</p>



<p>Neste estudo, com base de mais de 70 artigos envolvendo os métodos de <a href="https://grupomedless.com.br/endometriose-marco-amarelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diagnóstico da endometriose</a>, temos:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ultrassonografia vaginal</h4>



<p>Este método é o mais acessível para as pacientes, quando se trata de uma investigação mais profunda dos sintomas da doença.</p>



<p>Ela permite identificar a diferença entre implantes endometrióticos e cistos ovarianos e excluir outras causas de síndrome de dor pélvica.<br>As pacientes podem sentir desconforto severo quando o transdutor é pressionado contra o nódulo endometriótico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ressonância Magnética</h4>



<p>Já no caso da Ressonância Magnética (MRI), que não é tão acessível e é um método de mais poder aquisitivo.<br>Mesmo assim, ele pode escanear toda a região pélvica, fornecendo um relatório mais preciso da localização da doença, que por muitas vezes, pode não ser somente no endométrio, mas pulmões, e outros órgãos.</p>



<p>Com a MRI a triagem oportuna da endometriose pode permitir a utilização farmacológica apropriada e intervenções cirúrgicas para controlar os sintomas e melhorar os resultados de longo prazo das pacientes, ao mesmo tempo em que reduz as despesas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não existe melhor método de diagnósticos da Endometriose</h2>



<p>Todos os meios são realizados com intuito de investigar profundamente as causas da doença e melhores condições de tratamento.</p>



<p>Entre a ultrassonografia vaginal e a ressonância magnética, a diferença é que a modalidade de imagem com a melhor confiabilidade média para identificar o grau de Endometriose profunda, tem potencial a mais em casos de câncer no endométrio.</p>



<p>Apesar de não ser tão fácil de diagnosticar a doença, é importante que a paciente procure um profissional habilitado para orienta-la em seus exames de prevenção.</p>



<p>Gostou desse resumo?<br>Nos ajude a compartilhar informações de qualidade para pacientes e seus médicos.</p>



<p>Se você quiser ler os detalhes dos comparativos entre os métodos citados acima basta clicar <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9315729/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://chat.whatsapp.com/I5v63VTVFdc5maLZ23vzJ8" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-6443" width="256" height="256" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica.png 1080w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></a></figure>
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		<title>Endometriose: correlação com outras doenças</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/endometriose-correlacao-com-outras-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Endometriose, o mal do século Endometriose está no auge dos assuntos relacionados à saúde da mulher nos últimos anos, mas ela ainda é pouco conhecida.Existem muitos mitos e crenças que por muitas vezes encobrem o tratamento ideal para cada mulher, de acordo com a sua vontade e necessidade. Se você ainda não sabe o que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Endometriose-09-set-1024x1024.png" alt="endometriose" class="wp-image-5939" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Endometriose-09-set-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Endometriose-09-set-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Endometriose-09-set-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Endometriose-09-set-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Endometriose-09-set.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Endometriose, o mal do século</h2>



<p>Endometriose está no auge dos assuntos relacionados à saúde da mulher nos últimos anos, mas ela ainda é pouco conhecida.<br>Existem muitos mitos e crenças que por muitas vezes encobrem o tratamento ideal para cada mulher, de acordo com a sua vontade e necessidade.</p>



<p>Se você ainda não sabe o que é a Endometriose, acesse a este blog <a href="https://grupomedless.com.br/quebrando-tabus-da-endometriose/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> .</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais doenças podem estar correlacionadas ?</h2>



<p>Na literatura existem relatos de sintomas da doença desde 1690 por Daniel Shroen.<br>E, durante a década de 1920 ganhou vários nomes como: cistadenoma, fibrose cística, adenomioma.</p>



<p>Contudo, a endometriose é um problema de enorme importância, não só do ponto de vista médico e social, mas também do ponto de vista econômico.</p>



<p>Os custos anuais do tratamento da endometriose na Europa variam de € 0,8 bilhões a € 12,5 bilhões, a depender do país, e são comparáveis ​​a outras doenças crônicas, como diabetes.</p>



<p>Os fatores de risco para a endometriose incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Menarca precoce – estudos epidemiológicos analisando o ciclo de mulheres com endometriose mostraram que o primeiro ciclo precoce (antes dos 11 anos) está associado ao risco de endometriose;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Ciclos genitais inferiores a 27 dias, defeitos genitais, incluindo crescimento excessivo do hímen ou estreitamento do canal cervical;</li><li>O risco de endometriose é maior em mulheres com ciclos curtos, ou seja, com duração inferior a 27 dias, mas não está relacionado ao número de dias de sangramento e ao volume da menstruação;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>IMC baixo;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Pequeno número de nascimentos, raça caucasiana (classificação racial desatualizada);</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Idade entre 25 e 29 anos;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Consumo diário de álcool;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>A endometriose é mais frequentemente diagnosticada em mulheres inférteis que são fumantes ativas e cujo índice de massa corporal (IMC) é normal ou baixo.</li></ul>



<p>Em casos de <strong>doenças alérgicas</strong>, segundo o estudo, foram realizados testes com níquel e cobalto, sendo estes com mais de 50% das mulheres do grupo de estudo (saudáveis) e quase 45% do grupo de controle (com endometriose).</p>



<p>A alergia a <strong>níquel</strong> atinge cerca de 10 a 23% das mulheres, sendo a mais comum dentre as <strong>dermatites</strong> alérgicas de contato.<br>E sim, ela está correlacionada à endometriose.</p>



<p>Ou seja, o grupo de mulheres saudáveis apresentou alergia alimentar mais cedo que as mulheres diagnosticadas com endometriose.<br>No entanto, a <strong>rinite alérgica</strong> foi apresentada em mais de 55% das mulheres com endometriose e mais de 60% das mulheres do grupo saudável.</p>



<p>Neste mesmo estudo, também realizaram-se testes com alegria alimentar, no caso, consumo de produtos de soja, carne bovina, aves, peixes e produtos dietéticos, bem como o uso de álcool.<br>Aqui, a frequência do consumo de <strong>soja e de álcool </strong>foram significativamente correlacionadas à doença crônica.</p>



<p>A média mais interessante dos resultados, foram as mulheres alérgicas e com endometriose no consumo de carnes vermelhas (bovina).<br>O que significa dizer que a frequência desse alimento pode prejudicar a inflamação da doença.</p>



<p>Quanto aos testes com<strong> alimentos lácteos</strong>, cerca de 32% apresentaram menor risco à endometriose confirmada em comparação as que consumiam pelo menos 4 porções de laticínios/dia, na adolescência.</p>



<p>A explicação para essa correlação pode ser a associação entre a endometriose e os níveis de vitamina D no organismo, que pode ser derivada da observação de que a vitamina D estimula as células T-reguladoras e a secreção de IL-10, reduz a concentração da citocina pró-inflamatória IL-17 e amortece a função imune T-helper 1.</p>



<p>Em relação às <strong>doenças autoimunes</strong>, o estudo não foi suficiente para se chegar à uma conclusão.<br>Contudo, foram demonstradas anormalidades substanciais no <strong>sistema imunológico</strong> de mulheres com endometriose, o que sugere uma dependência entre endometriose e o risco de artrite reumatoide incidente.</p>



<p>Outra informação importante que está correlacionada à endometriose, são as<strong> células T(Th1 e Th2) e NK</strong>, que estão ligados à <strong>asma, imunidade, câncer e inflamações </strong>mais graves, como a doença crônica, da qual falamos neste artigo.<br>Além dos fatores genéticos, imunológicos e ambientais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como hábitos alimentares podem ajudar na prevenção e pós diagnóstico da Endometriose</h3>



<p>O consumo de vegetais verdes e frutas frescas é considerado o mais benéfico.<br>Eles contêm antioxidantes, que desempenham um papel importante no bom funcionamento do sistema imunológico e na remoção de radicais livres.</p>



<p>Vale ressaltar que a fibra contida nos vegetais interage no controle da flora bacteriana intestinal e afeta o equilíbrio hormonal.</p>



<p>Sendo assim, deve-se evitar o consumo de outros alimentos, como a soja (óleo de soja, shoyu, tofu) que tem atividade semelhante a do estrógeno e podem acentuar a alteração hormonal.</p>



<p>Evite também o excesso de açúcar e alimentos refinados (como bolos confeitados).</p>



<p>Para melhor tratar a doença, recomenda-se:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>EPA/DHA (W3) – O uso do ômega 3 diminui as citocinas inflamatórias, retardando o crescimento da implantação endometriótica. Consuma peixes ricos nessa gordura do bem (sardinha, salmão, arenque).</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Vitamina D – Um solzinho diário de 20 minutos, para aumentar as concentrações dessa vitamina que está envolvida no nosso código genético.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Resveratrol – Polifenol presente no cacau e nas uvas.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Inibidores naturais da COX-2 – Gengibre, cúrcuma, pimenta cayena, chá verde e a cebola roxa.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>A vitamina E por exemplo, presente em óleos vegetais, no germe de trigo, ovos e cereais integrais, melhora a cicatrização dos ferimentos causados por hemorragias internas do endométrio.</li></ul>



<p>Algumas vitaminas que são aliadas:</p>



<p><strong>Vitamina A</strong>: Desempenha funções básicas no organismo, além de ter função antioxidante, atua na integridade estrutural e funcional dos tecidos, no processo de reprodução, forma barreira protetora às infecções, como também participa na síntese dos linfócitos T (células de defesa do organismo). Os principais alimentos a serem consumidos relacionados à endometriose são os de fonte vegetal como a cenoura, o mamão, a abóbora, a manga, tomate e pimentão.</p>



<p><strong>Vitamina B1</strong>: Envolvida na transmissão de impulsos nervosos, sabe-se que doses elevadas desta vitamina podem diminuir a dor, as melhores fontes são: germe de trigo, semente de girassol, amendoim torrado, feijões, ervilhas e com um pouco mais de moderação a carne de porco magra, gema de ovo e peixes.</p>



<p><strong>Vitamina B6</strong>: Mantém a resposta imunológica. Sua deficiência pode causar irritabilidade e depressão, alguns dos sintomas em mulheres com endometriose. Os alimentos mais recomendados são: germe de trigo, cereais integrais, leguminosas, batatas, banana e aveia.</p>



<p><strong>Vitamina B12</strong>: Esta vitamina quando combinada com as vitaminas B1 e B6, produzem efeito anti-inflamatório e analgésico. As principais fontes são alimentos proteicos como leite, ovos, peixes e queijos. Escolha laticínios com menor teor de gordura.</p>



<p><strong>Vitamina E</strong>: Desempenha poderoso efeito antioxidante quando comparada à vit. A e aos ácidos graxos poli-insaturados, como os ác. graxos essenciais. A função antioxidante se dá pela proteção de ác. graxos poli-insaturados essenciais (ômega 6 e ômega 3) que evitam a ação lesiva em tecidos, conhecido como estresse oxidativo. Os alimentos fonte são: óleos vegetais como soja e milho, germe de trigo, ovos, cereais integrais e sementes oleaginosas como nozes, amêndoas. Outra propriedade indireta antioxidante desta vitamina está na síntese de eicosanoides, que são substâncias biologicamente ativas e provenientes dos ác. graxos poli-insaturados. Eles participam de reações inflamatórias, estão diretamente ligados à resistência imunológica, os quais produzem uma resposta diferente no organismo, por exemplo, quando há deficiência de vit. E, existe o aumento do processo inflamatório, mediado pelos ác. graxos ômega 6; já quando há um aumento da vit. E ocorre um mecanismo de defesa do organismo, mediado pelos ác. graxos ômega 3. Os ác. graxos presentes em óleos de peixe podem inibir a formação de implantes endometriais. As principais fontes de ômega 3 são: salmão, sardinha, atum e sementes de linhaça.</p>



<p><strong>Vitamina C</strong>: Esta vitamina também tem ação antioxidante, especialmente em conjunto com as vitaminas E e A. Participa do processo de cicatrização e reduz a suscetibilidade às infecções. Combinada com bioflavonóides (substâncias antioxidantes encontradas como pigmentos de frutas, verduras e vegetais superiores), reduz a permeabilidade capilar e aumenta a resistência dos micro vasos, que leva a inibição de processos inflamatórios, diminuindo a formação de prostaglandinas inflamatórias e aumentando o catabolismo de ômega 6. É encontrada em frutas cítricas, couve, brócolis, pimentão, frutos da roseira e groselha preta.</p>



<p><strong>Zinco</strong>: Exerce funções fisiológicas específicas como crescimento e replicação celular, maturação sexual, fertilidade, reprodução, funções fagocitárias e imunitárias. Sua deficiência pode causar alterações no comportamento, diminuição da imunidade, lesões de pele e alergia cutânea. Os alimentos fonte são: frutos do mar como ostras e mariscos, carnes vermelhas, castanhas, amêndoas e amendoim. Alguns fatores podem interferir na absorção de zinco como:</p>



<p><strong>Selênio</strong>: Poderoso antioxidante poupador de vit. E em muitas reações metabólicas. Em conjunto com vit. A, C e E têm sido usado no tratamento da Endometriose como anti-inflamatório. Suas principais fontes são: atum, sardinha, bacalhau, ostra, castanha do Pará, germe de trigo e farinha de trigo integral.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p></p><cite>Fonte: <a href="http://guiaendometriose.com.br/o-papel-da-dieta-na-endometriose.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EndoPelvic</a></cite></blockquote>



<p>Agora que você já está munido de bastante informação nutricional, que tal alterar a sua alimentação para diminuir os riscos, ou se você já for diagnosticada com a endometriose, melhorar os sintomas?</p>



<p>Lembrando que este artigo tem embasamento científico.<br>Procure sempre um médico habilitado e especialista no assunto para diagnóstico e melhor opção de tratamento, de acordo com o grau da doença e todos os fatores de risco também.</p>



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<p>Medless, qualidade de vida de dentro para fora.</p>
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		<title>Quebrando Tabus da Endometriose</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/quebrando-tabus-da-endometriose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[transgeneros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é endometriose e como ela acontece? A endometriose é uma condição na qual um tecido semelhante ao revestimento dentro do útero (chamado “o endométrio”) é encontrado fora do útero.Por se encontrar fora, induz uma reação inflamatória crônica que pode resultar em tecido cicatricial. O tecido cicatricial é produzido pela maioria das células do [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Mitos-e-Equivocos-1024x1024.png" alt="endometriose" class="wp-image-5471" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Mitos-e-Equivocos-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Mitos-e-Equivocos-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Mitos-e-Equivocos-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Mitos-e-Equivocos-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Mitos-e-Equivocos.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que é endometriose e como ela acontece?</h2>



<p>A endometriose é uma condição na qual um tecido semelhante ao revestimento dentro do útero (chamado “o endométrio”) é encontrado fora do útero.<br>Por se encontrar fora, induz uma reação inflamatória crônica que pode resultar em tecido cicatricial.</p>



<p>O tecido cicatricial é produzido pela maioria das células do tecido de granulação, provocando a migração e a proliferação de fibroblastos, aumentando a síntese de colágeno e fibronectina, e ainda contribui na diminuição da degradação da matriz.</p>



<p>Ele é encontrado principalmente no peritônio pélvico, nos ovários, no septo reto-vaginal, na bexiga e no intestino, mas também já houve históricos clínicos de ser encontrado na caixa torácica , em casos de endometriose.</p>



<p>A endometriose afeta cerca de 1 em cada 10 &#8220;mulheres&#8221; durante seus anos reprodutivos (ou seja, geralmente entre as idades de 15 a 49), o que representa aproximadamente 176 milhões de mulheres no mundo.</p>



<p>No entanto, a endometriose pode começar tão cedo quanto a primeira menstruação de uma menina, e a menopausa pode não resolver <a href="https://grupomedless.com.br/endometriose-marco-amarelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">os sintomas da endometriose</a> – especialmente se a mulher tiver tecido cicatricial ou aderências da doença e/ou cirurgia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatos interessantes sobre a Endometriose</h2>



<p><strong>1 </strong>A Endometriose é uma doença crônica, muito além do gênero feminino.<br>Existem milhares de transgêneros que sofrem com a doença.</p>



<p><strong>2</strong> Ela também é pouco compreendida, pouco diagnosticada e pior, pouco tratada de forma adequada.</p>



<p><strong>3</strong> Do ponto de vista da mulher, a endometriose é uma doença cercada de tabus, mitos, diagnósticos tardios, tratamentos errôneos e falta de consciência, sobrepostos a uma ampla variedade de sintomas que encarnam uma teimosia, frustrante e, para muitos, dolorosamente condição crônica.</p>



<p><strong>4</strong> A dor menstrual intensa não é normal. Consulte um ginecologista e peça exames que descartem a suspeita.<br>Não há cura conhecida e, embora a endometriose possa ser tratada de forma eficaz.</p>



<p><strong>5</strong> A cirurgia pode ser eficaz para remover lesões de endometriose e tecido cicatricial, mas as taxas de sucesso dependem da extensão da doença e das habilidades do cirurgião.</p>



<p><strong>6</strong> Propagar o mito de que a endometriose é uma doença do “sistema reprodutor”, que vem do endométrio que descama do útero, contribui para mutilações desnecessárias e tratamentos incompletos e ineficazes.</p>



<p><strong>7</strong> Ela pode afetar os órgãos reprodutivos, mas ela também afeta normalmente outros órgãos como o intestino e a bexiga.</p>



<p><strong>8</strong> Também pode afetar áreas fora da pelve como o nervo ciático, o diafragma e os pulmões e até mesmo o músculo da panturrilha.</p>



<p><strong>9</strong> Pessoas com endometriose têm uma incidência maior de doenças como as autoimunes, alergias, doença inflamatória intestinal e até um risco pouco mais elevado de câncer de ovário.</p>



<p><strong>10</strong> Felizmente, o mito de que a gravidez cura a endometriose está desaparecendo lentamente.</p>



<p><strong>11</strong> Dois terços das mulheres procuraram ajuda médica para seus sintomas antes dos 30 anos (um quinto abaixo dos 19 anos).</p>



<p><strong>12 </strong>Endometriose não é “igual” a infertilidade.</p>



<p><strong>13 </strong>Aborto não causa endometriose.</p>



<p>Uma pesquisa realizada pelo Estudo de Qualidade de Vida <a href="https://endometriosis.org/news/research/endometriosis-significantly-impacts-womens-productivity/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WERF EndoCost</a>, EUA, revelou que:</p>



<p>A doença afetou o trabalho em 51% das mulheres investigadas, e<br>50% das mulheres afirmaram que a endometriose teve um impacto profundo em seus relacionamentos.</p>



<p>Anos mais tarde saiu uma <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8951218/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diretriz</a>, enfatizando, que tenhamos mais terapia e menos cirurgia.</p>



<p>Portanto, se você tem algum sintoma relacionado a doença ou conhece alguém, compartilhe essa informação com ela(e), procure um médico especialista para tirar todas as suas dúvidas e possíveis suspeitas ou diagnósticos.</p>



<p>Esse post te ajudou de alguma forma?<br>Você é médico e tem interesse em receber o nosso material técnico sobre implantes hormonais não absorvíveis e nossa agenda de cursos?<br>Clique no botão abaixo.</p>
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		<title>Endometriose: Mais terapia, menos cirurgia</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/endometriose-mais-terapia-menos-cirurgia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 13:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[implantes hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As atualização das diretrizes de Endometriose, publicadas pela European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE) em Fevereiro de 2022, indicam tratamentos feitos com implantes subdérmicos como sendo um dos mais eficazes e seguros para mulheres diagnosticadas com Endometriose, ou em fase de Menopausa natural. Mais precisamente eles apresentaram mais de 100 recomendações sobre os [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Estudo-Endo-1024x1024.png" alt="endometriose" class="wp-image-5358" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Estudo-Endo-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Estudo-Endo-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Estudo-Endo-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Estudo-Endo-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Estudo-Endo.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<p>As atualização das diretrizes de Endometriose, publicadas pela European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE) em Fevereiro de 2022, indicam tratamentos feitos com implantes subdérmicos como sendo um dos mais eficazes e seguros para mulheres diagnosticadas com Endometriose, ou em fase de Menopausa natural.</p>



<p>Mais precisamente eles apresentaram mais de 100 recomendações sobre os cuidados com mulheres diagnosticadas com endometriose.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é Endometriose?</h2>



<p>A Endometriose é uma condição crônica, lesões no endométrio, que causam forte impacto na vida de mulheres, não somente se tratando do estado clínico, mas na qualidade de vida dela.</p>



<p>Leia mais sobre a endometriose <a href="https://grupomedless.com.br/endometriose-marco-amarelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como foi o desenvolvimento deste estudo?</h3>



<p>Considerando que os estudos publicados em 2013/2014, o grupo de especialistas que documentaram todo o processo desde dezembro de 2020.<br>Após pesquisas e reuniões para discutir os resultados, foram determinados alguns parâmetros: Alta, Moderada, Baixa e Muito Baixa.<br>Além de pontos de boas práticas com base na experiência clínica para recomendações e conselhos na prática de cuidados contra a doença crônica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações e Resultados</h2>



<p>Antes de entrar em resultados, pesquisas apontaram que pessoas transgêneras, que não menstruam, que não possuem útero, ou que não se identificam com termos usados na literatura, sofrendo de Endometriose.<br>Ou seja, está doença crônica, não é apenas provocava em mulheres.</p>



<p>O grupo recomenda que os médicos considerem o diagnóstico de endometriose em indivíduos que apresentem os seguintes sinais e sintomas cíclicos e não cíclicos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Dismenorreia,</li><li>Dispareunia profunda,</li><li>Disúria,</li><li>Disquezia,</li><li>Sangramento retal doloroso ou hematúria,</li><li>Dor na ponta do ombro,</li><li>Pneumotórax catamenial,</li><li>Tosse cíclica /hemoptise/dor no peito, inchaço cicatricial</li><li>Dor, fadiga e infertilidade</li></ul>



<p>Também foi mencionado que o monitoramento a longo prazo resulta em benefício na prevenção de resultados adversos como recorrência, complicações e malignidade (câncer).</p>



<p>As tecnologias atuais, usadas no diagnóstico da Endometriose, são fortemente capazes de rastrear melhor as possíveis opções de tratamento e que dentre eles o tratamento terapêutico vale mais a pena, deixando a cirurgia de laparoscopia para casos extremos, ou para mulheres com desejos reprodutivos.</p>



<p>As terapias hormonais são eficazes para os sintomas dolorosos associados à endometriose?<br>Segundo os resultados publicados, a indicação para tratamentos terapêuticos usando hormônios é considerada forte.<br>E menciona os implantes hormonais como terapia hormonal, não somente para redução da dor e sintomas da Endometriose, mas também para reduzir a perda óssea sintomas hipoestrogênicos.</p>



<p>Por sua vez, o grupo de representantes de pacientes que participou das pesquisas realizadas, indica que o médico discuta com seu paciente as estratégias, os prós e contras de cada uma delas, sempre que abordar o assunto, a fim de levar mais qualidade de vida a paciente.</p>



<p>Também ressaltam que o tratamento hormonal não é recomendado em casos de infertilidade ou durante as tentativas de engravidar.</p>



<p>Segundo o grupo:</p>



<p>Os médicos devem estar cientes de que as mulheres com endometriose que foram submetidas a uma salpingo-ooforectomia (retirada das trompas e dos ovários) bilateral precoce como parte de seu tratamento têm um risco aumentado de diminuição da densidade óssea, demência e doença cardiovascular.<br>Também é importante notar que as mulheres com endometriose têm um risco aumentado de doença cardiovascular, independentemente de terem tido uma menopausa cirúrgica precoce (conclusão, não recomendação).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Os médicos devem informar as mulheres com endometriose, solicitando informações sobre o risco de desenvolver câncer, que a endometriose não está associada a um risco significativamente maior de câncer em geral.<br>Embora a endometriose esteja associada a um maior risco de câncer de ovário, mama e tireoide em particular, o aumento do risco absoluto em comparação com mulheres na população geral é baixo.</p><cite>Kvaskoff et al. , 2021 &#8211; NCBI &#8211; WWW Error Blocked Diagnostic</cite></blockquote>



<p>Por fim, as recomendações para prevenção são as mesmas utilizadas para a prevenção aos riscos de câncer:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Evitar fumar;</li><li>Manter um peso saudável;</li><li>Praticar exercícios regularmente;</li><li>Ter uma dieta equilibrada com alta ingestão de frutas e vegetais e baixa ingestão de álcool e</li><li>Uso de proteção solar.</li></ul>



<p>Este é apenas um resumo, de conclusões e recomendações mencionadas pelos estudos da <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8951218/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ESHRE</a>.</p>



<p>Ficou alguma dúvida?<br>Entre em contato conosco pelas nossas redes sociais, nossa equipe está à sua disposição.</p>



<p>Medless, saúde de dentro para fora!</p>



<p><em>members of the Endometriosis Guideline Core Group, Becker CM, Bokor A, Heikinheimo O, Horne A, Jansen F, Kiesel L, King K, Kvaskoff M, Nap A, Petersen K, Saridogan E, Tomassetti C, van Hanegem N, Vulliemoz N, Vermeulen N; ESHRE Endometriosis Guideline Group. ESHRE guideline: endometriosis. Hum Reprod Open. 2022 Feb 26;2022(2):hoac009. doi: 10.1093/hropen/hoac009. PMID: 35350465; PMCID: PMC8951218.</em></p>
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		<title>Todos os ângulos da Saúde da Mulher</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/todos-os-angulos-da-saude-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 May 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Sarcopenia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[TPM]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Internacional de luta pela saúde da Mulher A data teve inicio em 1984 durante um encontrou que reuniu especialistas de todo o mundo para debater o problema da mortalidade materna e da violação dos direitos reprodutivos das mulheres. No Brasil, cerca de 71,64% das mulheres tem participação no mercado de trabalho, segundo dados do [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-1024x1024.png" alt="Mulher" class="wp-image-5149" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Dia Internacional de luta pela saúde da Mulher</h2>



<p>A data teve inicio em 1984 durante um encontrou que reuniu especialistas de todo o mundo para debater o problema da mortalidade materna e da violação dos direitos reprodutivos das mulheres.</p>



<p>No Brasil, cerca de 71,64% das mulheres tem participação no mercado de trabalho, segundo dados do <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a>.<br>No entanto, além de trabalhar fora, a mulher ainda tem que dar atenção à casa e família, o que provoca uma ruptura no tempo de visita ao médico.</p>



<p>Também na mesma data, é alertado a população sobre a taxa de mortalidade.<br>Por isso, a prevenção e os cuidados com a mulher desde a pílula anticoncepcional, pré-natal e todos os exames ginecológicos feitos para prevenir doenças crônicas femininas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conquistas femininas do último século no Brasil</h2>



<p>Desde muito cedo, as <a href="https://grupomedless.com.br/mulher-uma-luta-varias-vidas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mulheres lutam por espaço</a> na saúde, na igualdade, no trabalho, na sociedade, enfim. Vamos citar os principais feitos femininos no século XXI :</p>



<p>Lançamento da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã (1791)</p>



<p>Criação do primeiro algoritmo da Computação (1843)</p>



<p>Mulheres conquistam o direito ao acesso às faculdades(1879)</p>



<p>Criação do Partido Republicano Feminino (1910)</p>



<p>Conquista do voto feminino no Brasil e primeira mulher a competir em uma Olimpíada (1932)</p>



<p>Criação da pílula anticoncepcional (1961)</p>



<p>É criada a primeira Delegacia da Mulher (1985)</p>



<p>Constituição Federal de 1988 concedeu direitos trabalhistas às mulheres e primeiro encontro nacional entre mulheres negras. (1988)</p>



<p><a href="https://www.institutomariadapenha.org.br/lei-11340/resumo-da-lei-maria-da-penha.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Maria da Penha</a> (2006)</p>



<p>É sancionada a Lei do Feminicídio (2015)</p>



<p>A importunação sexual feminina passa a ser considerada crime (2018)</p>



<p>Estas são algumas das conquistas mais marcantes da história do feminismo.<br>E para celebrar está data, conscientizamos nosso público, de boa parte feminina, não só com saúde, mas com respeito.</p>



<p>Medless, compromisso com a sua saúde.</p>
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