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	<title>Arquivos Síndrome do Ovário Policístico | Grupo Medless</title>
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	<description>Medicina e saúde para vida</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Jun 2025 14:31:47 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Síndrome do Ovário Policístico | Grupo Medless</title>
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	<item>
		<title>SOP, Inflamações Silenciosas e Doenças Crônicas Femininas: O que você precisa saber</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/sop-inflamacoes-silenciosas-e-doencas-cronicas-femininas-o-que-voce-precisa-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 09:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome do ovário poliscistico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é hoje uma das condições que mais reflete esse processo inflamatório no corpo feminino. Mulher, talvez você não saiba, mas muitas das suas queixas diárias, como cansaço extremo, ansiedade, alterações no peso, dificuldade para dormir ou até aquela TPM mais intensa, podem estar relacionadas a um estado de inflamação [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/06/06-sop-1024x1024.png" alt="sop" class="wp-image-8813" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/06/06-sop-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/06/06-sop-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/06/06-sop-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/06/06-sop-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2025/06/06-sop.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A <strong><a href="https://grupomedless.com.br/tudo-sobre-sop/">Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)</a></strong> é hoje uma das condições que mais reflete esse processo inflamatório no corpo feminino.</p>



<p>Mulher, talvez você não saiba, mas muitas das suas queixas diárias, como cansaço extremo, ansiedade, alterações no peso, dificuldade para dormir ou até aquela TPM mais intensa, podem estar relacionadas a um estado de <strong>inflamação crônica de baixo grau</strong>, algo muito mais comum do que imaginamos.</p>



<p>Dados do Ministério da Saúde e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) apontam que <strong>1 em cada 10 mulheres em idade fértil no Brasil</strong> convive com a SOP — e mais de <strong>50% delas desconhecem que têm a condição.</strong></p>



<p>Mas, atenção: não é só a SOP que tem esse fundo inflamatório.</p>



<p>Condições como <strong>endometriose, doenças autoimunes (como tireoidite de Hashimoto e lúpus), obesidade, resistência à insulina e até depressão</strong> estão profundamente ligadas a esse quadro.</p>



<p><strong>O que é uma inflamação silenciosa?</strong></p>



<p>É um processo no qual o organismo libera mediadores inflamatórios constantemente, sem gerar sintomas agudos (como febre), mas que lentamente afetam a função de órgãos, hormônios e o metabolismo.</p>



<p><strong>&nbsp;Dados que alertam:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mulheres com SOP têm <strong>2,7 vezes mais risco de desenvolver diabetes tipo 2</strong>.<br>(<em>Fonte: RBGO, 2021</em>)</li>



<li>A endometriose afeta cerca de <strong>10% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva</strong>, muitas vezes acompanhada de fadiga crônica, ansiedade e inflamação persistente.<br>(<em>Fonte: Ministério da Saúde, 2023</em>)</li>



<li><strong>75% das mulheres com SOP apresentam resistência à insulina</strong>, o que agrava ainda mais a inflamação.<br>(<em>Fonte: PubMed, 2022</em>)</li>
</ul>



<p><strong>Quais os riscos do não tratamento?</strong></p>



<p>A inflamação crônica não controlada pode gerar um risco maior de <strong>doenças cardiovasculares, d</strong>esenvolvimento de <strong>síndrome metabólica, infertilidade, a</strong>umento da chance de desenvolver <strong>diabetes tipo 2</strong> e <strong>hipertensão, i</strong>mpactos diretos na saúde mental, com aumento de casos de <strong>ansiedade e depressão.</strong></p>



<p><strong>&nbsp;Por que os hormônios são tão afetados?</strong></p>



<p>Quando o corpo está inflamado, há uma desregulação na produção e função de hormônios-chave como <strong>insulina, estrogênio, progesterona e cortisol</strong>. Isso explica sintomas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alterações no humor</li>



<li>Queda de cabelo</li>



<li>Acne persistente</li>



<li>Ganho de peso, mesmo com alimentação adequada</li>



<li>Fadiga e dificuldade de concentração</li>
</ul>



<p>Como o Cortisol, Estrogênio e Progesterona Afetam o Humor?</p>



<p>O equilíbrio hormonal tem influência direta sobre o humor, os vínculos afetivos e até mesmo a forma como vivenciamos o amor e os relacionamentos. E não é coincidência: nosso cérebro responde intensamente às flutuações hormonais.</p>



<p><strong>&nbsp;Estrogênio: O Hormônio da Vitalidade e Bem-Estar</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atua diretamente na produção de <strong>serotonina</strong>, conhecida como o neurotransmissor da felicidade.</li>



<li>Potencializa a produção de <strong>dopamina</strong>, que regula prazer, motivação e libido.</li>



<li>Quando está em equilíbrio, promove disposição, bom humor, autoconfiança e bem-estar.</li>



<li>A baixa de estrogênio — comum na TPM, pós-parto, perimenopausa e menopausa — está associada ao aumento de sintomas como <strong>tristeza, ansiedade, insônia e irritabilidade</strong>.</li>
</ul>



<p><strong>&nbsp;Progesterona: O Hormônio Calmante</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Conhecida como o “ansiolítico natural” do corpo feminino.</li>



<li>Atua nos receptores GABA do cérebro, responsáveis pela sensação de <strong>calma, relaxamento e estabilidade emocional</strong>.</li>



<li>Sua queda no período pré-menstrual explica porque muitas mulheres relatam maior sensibilidade emocional, choros fáceis, sensação de solidão e maior necessidade de acolhimento.</li>
</ul>



<p><strong>&nbsp;Cortisol: O Hormônio do Estresse e da Sobrevivência</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em níveis saudáveis, é essencial para energia, foco e resposta aos desafios.</li>



<li>Quando elevado cronicamente (estresse constante), desregula todo o eixo hormonal:
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inibe a produção de estrogênio e progesterona.</strong></li>



<li>Aumenta a ansiedade, irritabilidade, queda de libido, compulsão alimentar e distúrbios do sono.</li>
</ul>
</li>



<li>O cortisol desregulado pode gerar um ciclo vicioso de <strong>estresse crônico, fadiga, depressão e até isolamento emocional.</strong></li>
</ul>



<p><strong>&nbsp;Por que isso importa? Existe saída?</strong></p>



<p><strong>Sim! E ela é acessível. </strong>O primeiro passo é entender que <strong>estilo de vida é pilar de tratamento</strong>, junto, é claro, com acompanhamento médico.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alimentação anti-inflamatória acessível: <strong>arroz, feijão, ovos, vegetais locais, frutas da estação, azeite e oleaginosas</strong>.</li>



<li>Movimento: <strong>caminadas, dança, treino funcional em casa, pilates ou alongamentos.</strong></li>



<li>Sono de qualidade e manejo do estresse (sim, isso também regula seus hormônios!).</li>



<li>E quando indicado, uma <strong>modulação hormonal segura e individualizada</strong>, feita por profissionais especializados.</li>
</ul>



<p><strong>&nbsp;Seu corpo fala todos os dias. O que ele tem te contado?</strong></p>



<p>Cuidar da sua saúde hormonal é investir não só no presente, mas em toda a sua saúde futura.</p>



<p><strong>Fontes: Ministério da Saúde, RBGO, PubMed, Endocrine Society</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Epidemiologia da Síndrome do Ovário Policístico</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/a-epidemiologia-da-sindrome-do-ovario-policistico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saúde hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome do ovário poliscístico]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A epidemiologia da Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é complexa e varia em todo o mundo, afetando mulheres de todas as raças, etnias e origens socioeconômicas. A prevalência da SOP é estimada em cerca de 5% a 10% das mulheres em idade reprodutiva, tornando-se uma das endocrinopatias mais comuns em mulheres em todo o mundo. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A epidemiologia da Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é complexa e varia em todo o mundo, afetando mulheres de todas as raças, etnias e origens socioeconômicas.</p>



<p>A prevalência da <a href="https://grupomedless.com.br/estudo-sobre-o-uso-de-fitoterapia-na-sop/">SOP</a> é estimada em cerca de 5% a 10% das mulheres em idade reprodutiva, tornando-se uma das endocrinopatias mais comuns em mulheres em todo o mundo.</p>



<p>Essa condição é reconhecida como uma das principais causas de infertilidade feminina e distúrbios menstruais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Síndrome do Ovário Policístico é mais comum do que parece</h2>



<p>A SOP é mais comum em mulheres jovens em idade reprodutiva, mas pode persistir ao longo da vida. Estudos epidemiológicos demonstraram uma associação entre a <a href="https://grupomedless.com.br/resistencia-a-insulina-x-sop/">SOP e a resistência à insulina</a>, com até 70% das mulheres com SOP apresentando resistência à insulina ou tolerância diminuída à glicose.</p>



<p>Fatores genéticos desempenham um papel significativo na predisposição à SOP, com um risco aumentado observado em mulheres com história familiar da síndrome.</p>



<p>Além disso, mudanças no estilo de vida, como dieta pouco saudável, falta de atividade física e obesidade, estão cada vez mais relacionadas à prevalência e gravidade da SOP.</p>



<p>A SOP está associada a várias complicações de saúde a longo prazo, incluindo diabetes tipo 2, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e câncer endometrial.</p>



<p>Além disso, mulheres com SOP têm um risco aumentado de aborto espontâneo e complicações obstétricas durante a gravidez.</p>



<p>É importante destacar que a SOP é uma condição heterogênea, com apresentações clínicas variadas e uma ampla gama de sintomas.</p>



<p>Como tal, o diagnóstico e tratamento precoces são essenciais para mitigar os efeitos negativos da SOP na saúde reprodutiva e geral das mulheres.</p>



<p>Uma abordagem multidisciplinar, envolvendo ginecologistas, endocrinologistas, nutricionistas e outros profissionais de saúde, é fundamental para fornecer cuidados abrangentes e personalizados para mulheres com SOP.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://landing.grupomedless.com.br/chama-medico" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Acesse-conhecimento-medico.png" alt="" class="wp-image-7874" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Acesse-conhecimento-medico.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Acesse-conhecimento-medico-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Resistência à insulina x SOP</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/resistencia-a-insulina-x-sop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[doença metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcadores para a resistência à insulina em mulheres com síndrome do ovário policístico Cerca de 5 a 10% das mulheres são diagnosticadas com SOP, e 35% delas também tem resistência à insulina. SOP (Síndrome do ovário policístico) é a doença metabólica mais comuns nas mulheres, o que indica o desiquilíbrio dos homônios. Já a resistência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/16-Resistencia-a-insulina-SOP-1024x1024.png" alt="insulina sop" class="wp-image-6860" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/16-Resistencia-a-insulina-SOP-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/16-Resistencia-a-insulina-SOP-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/16-Resistencia-a-insulina-SOP-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/16-Resistencia-a-insulina-SOP-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/16-Resistencia-a-insulina-SOP.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Marcadores para a resistência à insulina em mulheres com síndrome do ovário policístico</h2>



<p>Cerca de 5 a 10% das mulheres são diagnosticadas com <a href="https://grupomedless.com.br/tudo-sobre-sop/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOP</a>, e 35% delas também tem resistência à insulina.</p>



<p>SOP (Síndrome do ovário policístico) é a doença metabólica mais comuns nas mulheres, o que indica o desiquilíbrio dos homônios.</p>



<p>Já a <a href="https://grupomedless.com.br/semaglutida-anvisa-aprova-substancia-para-uso-em-tratamentos-de-obesidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resistência à insulina</a> (controle de açúcar o sangue), segundo este estudo, pode indica vários marcadores para ser observados no tratamento, estão descritos abaixo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Marcadores antropométricos de gordura:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>IMC;</li>



<li>Circunferência da cintura;</li>



<li>Relação cintura/quadril e cintura/altura;</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Marcadores antropométricos ósseos:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Circunferência do punho;</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Marcadores que usam insulina e/ou glicose:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Teste oral de tolerância à glicose;</li>



<li>Relação glicose/insulina;</li>



<li>Insulina em jejum;</li>



<li>Análise de modelo mínimo de teste de tolerância à glicose intravenosa com amostras frequentes;</li>



<li>Avaliação do modelo de homeostase;</li>



<li>Log (HOMA-IR);</li>



<li>Índice de resistência à insulina em jejum;</li>



<li>Índice quantitativo de verificação da sensibilidade à insulina;</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Marcadores substitutos derivados do OGTT(teste de tolerância à glicose oral)</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Índice de Matsuda;</li>



<li>Índice de Stumvoll;</li>



<li>Índice de Avignon;</li>



<li>Índice de Gutt;</li>



<li>Índice insulinogênico;</li>



<li>Homa-M120;</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Marcadores usando lipídios e lipoproteínas</h3>



<p>TG/HDL-c;<br>TC/HDL-c;<br>LDL/HDL-c;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Marcadores emergentes</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Interleucina-6;</li>



<li>Proteína C-reativa;</li>



<li>CD 36 solúvel;</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Outros marcadores:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Complemento C3;</li>



<li>Ferritina;</li>



<li>Adiponectina;</li>



<li>Fator de necrose tumoral-α;</li>



<li>Hemoglobina glicosilada;</li>



<li>Leptina;</li>



<li>Resistina;</li>



<li>Vaspin;</li>



<li>Apelina;</li>



<li>Copeptina;</li>



<li>Irisin;</li>



<li>Zinco-α2-glicoproteína;</li>



<li>Inibidor do ativador do plasminogênio-1.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Mas o que exatamente isso significa?</h4>



<p>Significa que <strong>todos os marcadores</strong> citados, comparados ou semelhantes à SOP, devem ser urgentemente melhor investigados.</p>



<p>Gostou?<br>Acesse o artigo publicado pela Pubmed, <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8984569/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo sobre o uso de Fitoterapia na SOP</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/estudo-sobre-o-uso-de-fitoterapia-na-sop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[fitoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[saude da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é fitoterapia? A fitoterapia, nada mais é que o uso de plantas medicinais em tratamentos ou prevenções de doenças. Apesar de ser considerada a forma de medicina mais antiga da civilização humana, hoje em dia, há menos uso desse método. O termo fitoterapia, vem da junção das palavras gregas phythón (planta) e Therapéia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/02/09-Fitoterapico-SOP-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-6743" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/02/09-Fitoterapico-SOP-1-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/02/09-Fitoterapico-SOP-1-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/02/09-Fitoterapico-SOP-1-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/02/09-Fitoterapico-SOP-1-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/02/09-Fitoterapico-SOP-1.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que é fitoterapia?</h2>



<p>A fitoterapia, nada mais é que o uso de plantas medicinais em tratamentos ou prevenções de doenças.</p>



<p>Apesar de ser considerada a forma de medicina mais antiga da civilização humana, hoje em dia, há menos uso desse método.</p>



<p>O termo fitoterapia, vem da junção das palavras gregas <em>phythón</em> (planta) e <em>Therapéia</em> (terapia).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a fitoterapia pode ajudar no tratamento da SOP?</h2>



<p>Em alguns ensaios em humanos, de acordo com a Shahid Beheshti University, no Irã.<br>Eficácia dessas substâncias não químicas e à base de plantas no tratamento da <a href="https://grupomedless.com.br/tudo-sobre-sop/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOP</a>:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Teste em humanos, 2 pacientes com SOP &#8211; (<em>Oyelami et ai. , 2012</em>)</h3>



<p><strong>Composto de ervas: </strong>Salsicha de fruta (<em>Kigelia africana [ Lam ] Benth</em>)</p>



<p><strong>Duração /Doses:</strong> 1 colher de chá. de pó duas vezes ao dia antes das refeições por quase dois anos</p>



<p><strong>Resultados:</strong> </p>



<ol class="wp-block-list">
<li>1. Fluxo menstrual restaurado / sem efeitos colaterais.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>Acne reduzida, mas sem efeito perceptível no hirsutismo.</li>



<li>Tamanho do ovário direito reduzido ao normal devido ao forte efeito anti-inflamatório da planta e presença de inibidores específicos de COX1 e COX2</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Ensaio humano (89 mulheres) &#8211; <em>(Wei e outros. , 2012; Cai et al. , 2012; Wang, 2015)</em></h3>



<p><strong>Composto de ervas: </strong>Berberina (BBR), um dos principais componentes ativos dos medicamentos fitoterápicos chineses Rhizoma Coptidis, Cortex Phellodendri e Cortex Berberidis</p>



<p><strong>Duração/Dose:</strong> BBR na dosagem de 3&#215;500 mg ao dia com duração de três meses.</p>



<p><strong>Resultados:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>1. Níveis reduzidos de LDL, triglicerídeos, colesterol, glicose, insulina e resistência à insulina, bem como aumento de HDL e SHBG.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>“BBR combinado com prescrição chinesa Cang Fu Dao Tan Tang reduziu IMC, HOMA-IR, FIN-D2D, T, LH , e LH: FSH, LDL-C e o efeito sobre TG, LDL-C e HDL-C”.</li>



<li>“Os mecanismos ainda não estão claros”</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Estudo intervencional aberto (32 mulheres com SOP) &#8211;<em> (Fátima et ai. , 2015)</em></h3>



<p><strong>Composto de ervas:</strong> Semente de linhaça (Linum usitatissium)</p>



<p><strong>Duração/Dose:</strong> Por via oral 15 gramas de pó de semente de linho por três meses.</p>



<p><strong>Resultados: </strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li> “Reduziu o volume ovariano e o número de folículos e melhorou os ciclos menstruais, mas não alterou o peso corporal, a glicemia ou o hirsutismo”.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>“Efeito positivo na SOP, devido à redução dos níveis de T, E2, LH e insulina que contribuíram para a maturação folicular, e as ações anti-inflamatórias para a redução do volume ovariano”.</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Estudo de vigilância aberto (50 mulheres com SOP) &#8211;<em> (Swaroop et ai. , 2015)</em></h3>



<p><strong>Composto de ervas:</strong> Semente de feno-grego (<em>Trigonella foenum-graecum</em>)</p>



<p><strong>Duração/Doses:</strong> Duas cápsulas de 500 mg/dia por 90 dias.</p>



<p><strong>Resultados: </strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Volume ovariano esquerdo e direito reduzido e número de cistos ovarianos, mas sem efeitos adversos significativos nos níveis séricos de ALT, BUN e CK.</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>Aumento dos níveis de LH e FSH e uma pequena diminuição na relação LH:FSH.</li>



<li>Eficaz no alívio dos sintomas de SOP e demonstrou segurança e eficácia de amplo espectro.</li>
</ol>



<p>Fonte : <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8902792/">PubMed </a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>SOP x Obesidade</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/sop-x-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[imc]]></category>
		<category><![CDATA[implantes hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[patologias femininas]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do ovário policístico]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a relação entre a Síndrome do Ovário Policístico e a Obesidade? Um estudo publicado em março de 2022, na PubMed, revela a relação intima entre duas doenças bastante comuns hoje em dia, a SOP (Síndrome do Ovário Policístico) e a Obesidade. A SOP é ​​uma condição comum caracterizada por características reprodutivas, androgenéticas e dismetabólicas [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-1024x1024.png" alt="sop x obesidade" class="wp-image-6684" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a relação entre a Síndrome do Ovário Policístico e a Obesidade?</h2>



<p>Um estudo publicado em março de 2022, na<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9494255/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> PubMed</a>, revela a relação intima entre duas doenças bastante comuns hoje em dia, a <a href="https://grupomedless.com.br/tudo-sobre-sop/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOP (Síndrome do Ovário Policístico)</a> e a <a href="https://grupomedless.com.br/estresse-e-doencas-um-desafio-transdisciplinar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Obesidade</a>.</p>



<p>A SOP é ​​uma condição comum caracterizada por características reprodutivas, androgenéticas e dismetabólicas , e frequentemente se manifesta clinicamente na adolescência , principalmente com ganho de peso.</p>



<p>A obesidade é uma condição crônica grave que apresenta como principal característica o acúmulo de gordura corporal, determinada pelo resultado do IMC (Índice de Massa Corporal)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como calcular o IMC ?</h3>



<p><strong>IMC=peso (kg)/altura (m) x altura (m)</strong></p>



<p>Exemplo: Maria tem <strong>88 kg</strong> e sua altura é <strong>1,67 m</strong></p>



<p><strong>Altura x altura =</strong> 1,67 x 1,67 = 2,7889</p>



<p><strong>IMC = </strong>88 / 2,7889 = <strong>31,55</strong></p>



<p><em>O resultado de 31,55 de IMC indica que Maria está no grau da obesidade.</em></p>



<p>Outros exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cláudia tem <strong>83 kg</strong> e sua altura é <strong>1,75 m</strong></li>
</ul>



<p><em>1,75 x 1,75 = 3.0625</em></p>



<p><em><strong>IMC =</strong> 83 / 3,0625 = <strong>27,10</strong></em></p>



<p><em>O resultado de 27,10 de IMC indica que Cláudia está acima do peso desejado (sobrepeso).</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lurdes tem <strong>58 kg</strong> e sua altura é <strong>1,58 m</strong></li>
</ul>



<p><em>1,58 x 1,58 = 2,4964</em></p>



<p><em><strong>IMC=</strong> 58 / 2,4964 = <strong>23,23</strong></em></p>



<p><em>Ou seja, 23,23 de IMC da Lurdes indica que ela está no peso normal.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">A Classificação do IMC basicamente se dá por:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Menor que 18,5 – Abaixo do peso</li>



<li>Entre 18,5 e 24,9 – Peso normal</li>



<li>Entre 25 e 29,9 – Sobrepeso (acima do peso desejado)</li>



<li>Igual ou acima de 30 – Obesidade</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">E qual a ligação entre essas doenças?</h2>



<p>Alguns dos resultados citados indicam que <strong><em>a resistência à insulina afeta entre 50 e 90% das mulheres com SOP e a obesidade ou sobrepeso afetam entre 38 e 88% das mulheres com SOP</em></strong>.</p>



<p>Ou seja, a obesidade, age através do aumento da resistência à insulina, que promove a manifestação clínica da SOP em meninas e mulheres geneticamente predispostas, e portanto, a obesidade aumenta a propensão à SOP, e esta é a verdadeira explicação de por que as mulheres com SOP são obesas ou com excesso de peso.<br>A relação está na genética predisposta em relação a resistência a insulina e também em mulheres com probabilidade de desenvolver a doença SOP.</p>



<p>Contudo, esse artigo tem base nesse estudo mas, não descarta fatores como alimentação, hormônios e sedentarismo, que são bases de uma vida saudável, e que associados a um tratamento com menos medicamentos, no caso do uso de implantes hormonais, colocados por um profissional da medicina, devidamente habilitado.</p>



<p>Ressaltando que, esse post não tem ação apelativa, mas sim informar pessoas sobre doenças crônicas, apresentar estudos relacionados às patologias femininas e também comunicar o uso correto dos implantes hormonais.</p>



<p>Medless, qualidade de vida de dentro para fora!</p>
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		<title>Todos os ângulos da Saúde da Mulher</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/todos-os-angulos-da-saude-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 May 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Enxaqueca]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Sarcopenia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[TPM]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Internacional de luta pela saúde da Mulher A data teve inicio em 1984 durante um encontrou que reuniu especialistas de todo o mundo para debater o problema da mortalidade materna e da violação dos direitos reprodutivos das mulheres. No Brasil, cerca de 71,64% das mulheres tem participação no mercado de trabalho, segundo dados do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-1024x1024.png" alt="Mulher" class="wp-image-5149" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Feed.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Dia Internacional de luta pela saúde da Mulher</h2>



<p>A data teve inicio em 1984 durante um encontrou que reuniu especialistas de todo o mundo para debater o problema da mortalidade materna e da violação dos direitos reprodutivos das mulheres.</p>



<p>No Brasil, cerca de 71,64% das mulheres tem participação no mercado de trabalho, segundo dados do <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a>.<br>No entanto, além de trabalhar fora, a mulher ainda tem que dar atenção à casa e família, o que provoca uma ruptura no tempo de visita ao médico.</p>



<p>Também na mesma data, é alertado a população sobre a taxa de mortalidade.<br>Por isso, a prevenção e os cuidados com a mulher desde a pílula anticoncepcional, pré-natal e todos os exames ginecológicos feitos para prevenir doenças crônicas femininas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conquistas femininas do último século no Brasil</h2>



<p>Desde muito cedo, as <a href="https://grupomedless.com.br/mulher-uma-luta-varias-vidas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mulheres lutam por espaço</a> na saúde, na igualdade, no trabalho, na sociedade, enfim. Vamos citar os principais feitos femininos no século XXI :</p>



<p>Lançamento da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã (1791)</p>



<p>Criação do primeiro algoritmo da Computação (1843)</p>



<p>Mulheres conquistam o direito ao acesso às faculdades(1879)</p>



<p>Criação do Partido Republicano Feminino (1910)</p>



<p>Conquista do voto feminino no Brasil e primeira mulher a competir em uma Olimpíada (1932)</p>



<p>Criação da pílula anticoncepcional (1961)</p>



<p>É criada a primeira Delegacia da Mulher (1985)</p>



<p>Constituição Federal de 1988 concedeu direitos trabalhistas às mulheres e primeiro encontro nacional entre mulheres negras. (1988)</p>



<p><a href="https://www.institutomariadapenha.org.br/lei-11340/resumo-da-lei-maria-da-penha.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Maria da Penha</a> (2006)</p>



<p>É sancionada a Lei do Feminicídio (2015)</p>



<p>A importunação sexual feminina passa a ser considerada crime (2018)</p>



<p>Estas são algumas das conquistas mais marcantes da história do feminismo.<br>E para celebrar está data, conscientizamos nosso público, de boa parte feminina, não só com saúde, mas com respeito.</p>



<p>Medless, compromisso com a sua saúde.</p>
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