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	<title>Arquivos Medless d.d. | Grupo Medless</title>
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	<description>Medicina e saúde para vida</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Feb 2024 16:49:23 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Medless d.d. | Grupo Medless</title>
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	<item>
		<title>Benefícios da Via de administração subdérmica</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/beneficios-da-via-de-administracao-subdermica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 16:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[VIA DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[VIA SUBDÉRMICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabemos que existem inúmeras vias de administração de um fármaco, mas o que precisamos saber são os benefícios da via de administração subdérmica. Outras vias de administração, como por exemplo, géis transdérmicos ou via oral, tem picos de meia-vida, e a queda num período de 24h. Os dispositivos Dérmicos da Medless não, são de taxa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sabemos que existem inúmeras vias de administração de um fármaco, mas o que precisamos saber são os benefícios da via de administração subdérmica.</p>



<p>Outras vias de administração, como por exemplo, géis transdérmicos ou via oral, tem picos de meia-vida, e a queda num período de 24h.</p>



<p>Os dispositivos Dérmicos da Medless não, são de <strong>taxa de liberação constante</strong> do ativo.</p>



<p>Existem vias de administração com picos altos de até 3 semanas, e isso causa o aparecimento de vários efeitos colaterais indesejados, como por exemplo, queda de cabelo e acne.</p>



<p>Além da liberação do medicamento ativo ser constante, <strong>foge da primeira passagem hepática</strong>, diminuindo  os efeitos colaterais, ou seja, <strong>menos efeitos colaterais</strong>.</p>



<p>Outro benefício que devemos dar mais credibilidade noa via de administração subdérmica, é a <strong>quantidade mínima de ativo</strong>, que estará liberando constantemente, por um <strong>longo período</strong>.</p>



<p>E assim, <strong>tratando terapeuticamente</strong> pacientes com <strong>doenças crônicas</strong> com muito <strong>mais qualidade de vida</strong>.</p>



<p>Assista ao vídeo do nosso diretor técnico, Dr. Rodrigo Berger, explicando melhor os benefícios dessa via de administração.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/reel/C3imo9gsamS/?igsh=MWNnYWMxdzQyYmh4NQ==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ASSISTIR AO VÍDEO</a></p>
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		<item>
		<title>Testosterona na Menopausa</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/testosterona-na-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[hormonios]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[testosterona]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A menopausa é um período natural que ocorre na vida de toda mulher. No entanto, a queda dos níveis de testosterona pode gerar sintomas incômodos. Vamos entender melhor sobre o assunto. Fisiologia da Menopausa Ciclo menstrual O ciclo menstrual feminino é composto pela ovulação e pelo período mensal, e é regulado pelos hormônios estrogênio e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A menopausa é um período natural que ocorre na vida de toda mulher. No entanto, a queda dos níveis de testosterona pode gerar sintomas incômodos. Vamos entender melhor sobre o assunto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fisiologia da Menopausa</h2>



<h4 class="wp-block-heading">Ciclo menstrual</h4>



<p>O ciclo menstrual feminino é composto pela ovulação e pelo período mensal, e é regulado pelos hormônios estrogênio e progesterona.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Menopausa</h4>



<p>A <a href="https://grupomedless.com.br/entenda-a-menopausa-com-a-dra-christiane-berger/">menopausa</a> é o período em que a mulher deixa de ovular e de menstruar, caracterizado pela diminuição dos níveis de estrogênio e progesterona no organismo feminino.</p>



<h4 class="wp-block-heading">A queda </h4>



<p>A testosterona é um hormônio importante no organismo feminino, pois contribui para a libido, a massa muscular e a densidade óssea. Na menopausa, há uma queda considerável deste hormônio, que pode gerar diversos sintomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Efeitos da Queda </h2>



<h4 class="wp-block-heading">Diminuição da Libido</h4>



<p>A falta pode causar a diminuição da libido e do desejo sexual.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Perda de Massa Muscular</h4>



<p>A diminuição da testosterona pode contribuir para a perda de massa muscular e para o surgimento de flacidez em diversas áreas do corpo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cansaço e Fadiga</h4>



<p>A queda de testo pode afetar a disposição e provocar cansaço excessivo e fadiga, prejudicando a rotina diária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas da Deficiência de Testosterona na Menopausa</h2>



<h4 class="wp-block-heading">Humor e Ansiedade</h4>



<p>Os níveis baixos de testosterona na menopausa podem afetar o humor da mulher, contribuindo para a ansiedade e irritabilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ondas de Calor e Suores Noturnos</h4>



<p>A falta de testosterona na menopausa pode contribuir para o surgimento das ondas de calor e suores noturnos, causando incômodo e interferindo na qualidade do sono.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Dores de Cabeça</h4>



<p>A deficiência de testosterona pode contribuir para o surgimento de dores de cabeça e enxaquecas em mulheres na menopausa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico </h2>



<h4 class="wp-block-heading">Identificação dos Sintomas</h4>



<p>O primeiro passo é identificar os sintomas, como a diminuição da libido, fadiga e ondas de calor, além de relatar ao médico o histórico de saúde e familiar.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Avaliação dos Níveis de Testosterona</h4>



<p>O médico solicitará exames de sangue para avaliação dos níveis de testosterona na mulher, para verificar se há alguma deficiência que precisa ser tratada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Diagnóstico Diferencial</h4>



<p>O diagnóstico da deficiência de testosterona na menopausa é feito com base em análises de sangue e avaliação dos sintomas. O diagnóstico diferencial é importante para afastar outras causas que possam estar levando aos mesmos sintomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Opções de Tratamento </h2>



<h4 class="wp-block-heading">Terapia Hormonal</h4>



<p>A terapia hormonal é uma opção que pode contribuir para o aumento dos níveis de testosterona. No entanto, é preciso avaliar os riscos e benefícios com um médico especialista.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Abordagens Naturais</h4>



<p>Existem diversas abordagens naturais, como a alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e fitoterapia, que podem auxiliar no aumento dos níveis de testosterona.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Medicação Específica</h4>



<p>Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicação específica, como anticonvulsivantes e antidepressivos, que tem como efeito colateral a elevação dos níveis de testosterona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios e Riscos da Reposição Hormonal</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Benefícios</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Melhora da libido</li>



<li>Aumento de massa muscular</li>



<li>Melhora na densidade óssea</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Riscos</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento do risco de doenças cardíacas</li>



<li>Aumento do risco de câncer de mama</li>



<li>Aumento do risco de trombose</li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading">Recomendações</h1>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Embora a deficiência de testosterona na menopausa possa gerar efeitos incômodos, existem diversas opções de tratamento disponíveis para auxiliar na manutenção dos níveis hormonais e qualidade de vida da mulher.</p>



<p>Procure sempre orientação de um médico especializado e adote hábitos saudáveis para minimizar os riscos e potencializar os benefícios da reposição hormonal de testosterona.</p>
</blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>A vida na Pós Menopausa</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/a-vida-na-pos-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[implantes hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida na Pós Menopausa pode ser um processo assustador e de grande mudança na vida de uma mulher. Se você é uma destas mulheres, ou mãe, irmã, tia, amiga de uma mulher que já deve ter entrado na menopausa, você deve saber que essa é uma jornada e tanto. Porém, muita gente não sabe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A vida na Pós <a href="https://grupomedless.com.br/entenda-a-menopausa-com-a-dra-christiane-berger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Menopausa</a> pode ser um processo assustador e de grande mudança na vida de uma mulher.</p>



<p>Se você é uma destas mulheres, ou mãe, irmã, tia, amiga de uma mulher que já deve ter entrado na menopausa, você deve saber que essa é uma jornada e tanto.</p>



<p>Porém, muita gente não sabe que é possível ter uma vida plena, saudável e se sentir bem pós-menopausa.</p>



<p>A chave para uma vida saudável é entender as alterações que acontecem durante este período e adotar algumas medidas simples para lidar com elas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como a menopausa afeta seu corpo</h3>



<p>Quando a mulher entra na menopausa, seu corpo enfrenta mudanças hormonais que podem afetar seu humor, estado mental, saúde física e sexual.</p>



<p> O declínio natural da produção de hormônios em seu sistema causa sintomas como ondas de calor, suores noturnos, mudanças no sono, dores de cabeça, diminuição da libido, ganho de peso e dores musculares.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como melhorar sua qualidade de vida pós-menopausa</h3>



<p>É possível reduzir ou aliviar os sintomas da menopausa de forma natural com alguns hábitos de estilo de vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dormir bem</h3>



<p>Tente manter um horário regular de sono e adote práticas de relaxamento antes de dormir.</p>



<p>Evite permitir que suas preocupações e tarefas diárias atrapalhem o seu descanso.</p>



<p>Se suas ondas de calor interrompem seu sono no meio da noite, tente lavar o rosto com água fria ou tomar uma bebida fria antes de se deitar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exercício</h3>



<p>Uma rotina de exercícios adequada nos ajuda a combater os sintomas da menopausa.</p>



<p>Pratique exercícios de baixo impacto, como caminhada, natação e yoga, pois eles ajudam a fortalecer o corpo e a melhorar o humor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Avaliação médica</h3>



<p>É importante que você consulte periodicamente seu médico para manter-se saudável durante a menopausa.</p>



<p>O seu médico pode recomendar a tomada de suplementos e tratamentos naturais para reduzir ou aliviar os sintomas da menopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alimentação saudável</h3>



<p>Uma alimentação saudável é essencial durante a menopausa.</p>



<p>Consuma alimentos ricos em fibras, antioxidantes, minerais e vitaminas para ajudar no controle dos sintomas da menopausa.</p>



<p>Algumas alimentações consideradas saudáveis são o vegetarianismo e a dieta vegana.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cuidados com a pele</h3>



<p>A pele da mulher durante a menopausa fica mais seca. </p>



<p>É importante usar um bom hidratante para manter a pele hidratada e evitar a descamação. </p>



<p>Além disso, use filtro solar diariamente para proteger a sua pele dos danos causados pelos raios ultravioletas.<br><br>A menopausa pode ser um tempo assustador e de grandes mudanças na vida de uma mulher, mas é importante que ela saiba que é possível ter uma vida saudável e se sentir bem pós menopausa. </p>



<p>Utilizando algumas dicas simples, como ter uma boa alimentação, <a href="https://grupomedless.com.br/10-cuidados-com-a-pele-para-voce-adotar-no-cotidiano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cuidar bem da pele</a>, fazer exercícios regularmente e procurar ajuda médica quando necessário, as mulheres podem ter uma vida plena e próspera mesmo durante a menopausa.</p>



<p>Se você deseja saber mais sobre o que você pode fazer para melhorar sua qualidade de vida pós-menopausa, inscreva-se em nossa <a href="https://l.instagram.com/?u=https%3A%2F%2Flanding.grupomedless.com.br%2Fcadastro-medico-rapido%3Ffbclid%3DPAAaYIAnY8lczEJtki_R40brmrsD4w-VsOxpqeRTy2fimsNo1-v-OURzSas2o_aem_AROreYT3jFd7g0XLqqjyu03Jz0Bncodth0Sbwbkkb_DpJQ-i_vS2zxd2hJ9rxFV7FeE&amp;e=AT0VXNEDysm3RSejmwL4Scy_eqCBOE7RLoJp2MU6hxYOcA4UZQE5JDEbYFwr1BJ2JDuom1P_0VLLlPrwKkzmCRJ6dSp68SbQuWM4BJyfudy8ynSpziojeA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">newsletter</a> para receber informações de primeira mão.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oxandrolona e qualidade de vida</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/oxandrolona-e-qualidade-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 18:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Sarcopenia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[oxandrolona]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[sarcopenia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>‌Oxandrolona, muito além de estética ‌A oxandrolona é um esteroide anabólico derivado da testosterona com duas propriedades: androgênico e anabólico. O anabólico promove o crescimento muscular pela síntese de proteínas musculares e o outro, a diminuição de quebra de proteínas musculares. Sua indicação vai de : ‌ A crítica a Oxandrolona Provavelmente você já viu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Ox-1024x1024.png" alt="oxandrolona" class="wp-image-7108" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Ox-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Ox-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Ox-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Ox-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Ox.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">‌Oxandrolona, muito além de estética</h2>



<p>‌A oxandrolona é um esteroide anabólico derivado da testosterona com duas propriedades: androgênico e anabólico.</p>



<p>O anabólico promove o crescimento muscular pela síntese de proteínas musculares e o outro, a diminuição de quebra de proteínas musculares.</p>



<p>Sua indicação vai de :</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Hepatite alcoólica aguda moderada ou grave;</li>



<li>Má nutrição calórica proteica;</li>



<li><a href="https://www.tuasaude.com/sindrome-de-turner/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Síndrome de Turner</a>;</li>



<li>Falha no crescimento físico;</li>



<li>Perda ou diminuição tecidual ou catabólica;</li>



<li>Doenças de perda muscular.</li>
</ul>



<p>‌</p>



<h2 class="wp-block-heading">A crítica a Oxandrolona</h2>



<p>Provavelmente você já viu por aí as críticas a respeito dos hormônios.</p>



<p>Vale ressaltar que, hormônio é sim uma pequena porcentagem de estética, uma vez que o bem-estar de uma mulher , por exemplo, reflete na pele, na autoestima, em sua rotina, e claro em seu corpo.</p>



<p>Porém, o uso terapêutico em prol da qualidade de vida é o que de fato devia ser visado com bons olhos não só pela mídia, mas por todos, desde o pesquisador científico ao usuário final.</p>



<p>Mais uma vez, os olhos estão voltados para o lado mais fraco do fármaco.<br>Existem estudos realizados que falam desse assunto com base científica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">‌Estudos</h2>



<p>‌Um estudo publicado online em 25 de outubro de 2021 relata sobre a intervenção com uso de hormônios para tratamentos terapêuticos, como a <a href="https://grupomedless.com.br/quebrando-tabus-da-sarcopenia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sarcopenia</a>, leia abaixo o abstrato do estudo.</p>



<p>A sarcopenia, caracterizada pela perda excessiva de massa, força e função muscular esquelética, está associada ao mau estado geral do desempenho muscular dos idosos e ocorre mais frequentemente naqueles com doenças crônicas. As causas da sarcopenia são multifatoriais devido à relação inerente entre músculos e mecanismos moleculares, como função mitocondrial, vias inflamatórias e hormônios circulantes. Alterações relacionadas à idade nas concentrações de hormônios esteroides sexuais, incluindo testosterona, estrogênio, progesterona e seus precursores e derivados, são um aspecto importante da patogênese da sarcopenia. Nesta revisão, fornecemos uma compreensão do tratamento da sarcopenia por meio da regulação dos hormônios esteroides sexuais. São discutidos os benefícios potenciais e a ênfase da pesquisa futura de cada intervenção terapêutica de hormônio esteroide sexual (testosterona, SARMs, estrogênio, SERMs, DHEA e progesterona) para a sarcopenia. A compreensão aprimorada do papel dos hormônios esteróides sexuais no tratamento da sarcopenia pode levar ao desenvolvimento de abordagens terapêuticas hormonais em combinação com exercícios específicos e regimes nutricionais.</p>



<p>Fonte: <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8573092/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PUBMED</a> <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8573092/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>A Oxandrolona, como outros hormônios mau vistos por aí, vai muito além da estética que tanto enfatizam.</p>



<p>Um exemplo disso é a propriedade que diminui a quebra de proteínas musculares e ganha um potencial maior de aumentar a musculatura.<br>Com isso, podemos imaginar o uso terapêutico, com menos medicação para casos como o de doenças que afetam a força muscular nos idosos, e também em jovens.<br>Trazendo a mulheres idosas, por exemplo, o tratamento terapêutico que orá proporcionar o nosso objetivo principal: A Qualidade de vida!</p>



<p>‌</p>



<p>Mas cuidado, você não deve usar oxandrolona quando</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tiver câncer de prostata;</li>



<li>Doença renal avançada;</li>



<li>Altos níveis de cálcio no sangue;</li>



<li>Câncer de Mama;</li>



<li>Gravidez.</li>
</ul>



<p>Procure sempre por orientação de um profissional habilitado e acompanhamento médico para prescrever o melhor tratamento, de acordo com seu estado clínico.</p>



<p>‌Medless, qualidade de vida de dentro para fora.</p>



<p><em>‌Referências:‌ A intervenção terapêutica de hormônios esteróides sexuais para sarcopenia / https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8573092/<br>Papel dos hormônios na sarcopenia / https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33706961/<br>Aumento de Oxandrolona no Treinamento de Resistência em Mulheres Idosas: Um Estudo Randomizado / https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25899102/<br>A administração de oxandrolona a curto prazo estimula a síntese líquida de proteína muscular em homens jovens / https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10443664/</em><br><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33706961/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25899102/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10443664/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestrinona: Vilã ou Mocinha?</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/gestrinona-vila-ou-mocinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 15:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[gestrinona]]></category>
		<category><![CDATA[implantes hormonais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://grupomedless.com.br/?p=7098</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quadro Histórico do hormônio sintético mais polêmico da atualidade: Gestrinona. A Gestrinona, desenvolvida em meados dos anos 70, é um hormônio sintético, derivada da 19 nor (um anabolizante), que teve sua introdução médica, inicialmente usada para tratamentos de pacientes com endometriose, em 1986. Em 1988, aproximadamente, foi realizado um estudo que dizia resumidamente o seguinte: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-1024x1024.png" alt="gestrinona" class="wp-image-7099" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/05/18-Gestrinona-2.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Quadro Histórico do hormônio sintético mais polêmico da atualidade: Gestrinona.</h2>



<p>A Gestrinona, desenvolvida em meados dos anos 70, é um hormônio sintético, derivada da 19 nor (um anabolizante), que teve sua introdução médica, inicialmente usada para tratamentos de pacientes com endometriose, em 1986.</p>



<p>Em 1988, aproximadamente, foi realizado um estudo que dizia resumidamente o seguinte:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Vinte pacientes com diagnóstico prévio de <strong>endometriose</strong>, feito por laparoscopia ou laparotomia, foram tratadas com gestrinona. A dose usada foi de 2,5 mg três vezes por semana, durante seis meses. Todas as pacientes realizaram laparoscopia pós-tratamento. Os casos foram de endometriose estádio I (15), estádio II (1) e estádio III (4). Foi obtida amenorreia em todos os casos, com taxas acumuladas de ocorrência de “manchas” em 55 por cento. As principais queixas foram acne e seborreia e observou-se um aumento médio de peso de 4,2 Kg durante o tratamento. De 13 pacientes que referiram dor pélvica, todas apresentaram <strong>ausência de sintomas após o segundo mês de tratamento</strong>. Houve <strong>melhora ou cura das lesões endometrióides</strong> em <strong>80 por cento dos casos</strong>. A gestrinona mostrou bons efeitos na <strong>melhora da dor pélvica e sobre as lesões endometrióide</strong>, com efeitos colaterais suportáveis.</p>
<cite>Fonte: HALBE, Hans Wolfgang et al.&nbsp;<strong><a href="https://repositorio.usp.br/item/000865509">Tratamento da endometriose com gestrinona</a></strong>. Revista Brasileira de Medicina, v. 41, n. esp., p. 8-12, 1994 (Acesse também pelo <a href="https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-147168">link aqui</a>).</cite></blockquote>



<p>Com sua autorização de comercialização industrial vencida no exterior, perdeu espaço para se apresentar os benefícios clínicos diante do uso adequado para a doença da Endometriose.</p>



<p>Ainda assim, anos mais tarde, diante de uma má interpretação, infelizmente ganhou o rótulo de “chip da beleza”, que nada tem a ver com os objetivos do ativo. (Leia mais em <a href="https://grupomedless.com.br/gestrinona-verdades-e-mitos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Verdades  e Mitos &#8211; Gestrinona</a>)</p>



<p>Em 1993, um médico ficou conhecido por publicar artigos em revistas estragengeiras, Dr. Elsimar Coutinho iniciou então a comercialização da manipulação do fármaco, gestrinona.</p>



<p>Uma publicação proibindo a publicidade do fármaco, em dezembro de 2021, pode ter agravado a má interpretação do uso da gestrinona para tratamento da doença Endometriose, mas não ganhou forças.</p>



<p>No dia 13/07/2022, saiu no Diário Oficial da União pela manhã uma lista (RDC Nº 734) com alterações da Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, onde classifica a gestrinona como medicamento controlado pela ANVISA.</p>



<p>Atualmente, a polêmica que vem repercutindo nos canais de comunicação é a proibição de prescrição médica de implantes hormonais, de modo geral, para fins estéticos.</p>



<p>Porém, o questionamento que todos devemos fazer é:</p>



<p>Será que o uso adequado, ético e responsável, com embasamento científico para mulheres que sofrem com uma doença crônica, e que por muitas vezes destrói a sua qualidade de vida, não é realmente viável?</p>



<p>O tratamento terapêutico com uso de dispositivos dérmicos (nome adotado por nós, para implantes hormonais) para fins de saúde e qualidade de vida não importam?</p>



<p>Afinal, a gestrinona manipulada em farmácias magistrais, é mesmo a vilã da história?</p>



<p>Claro, todos esses questionamentos não devem apenas servir para reflexão, mas para trazer um olhar mais clínico para pacientes que realmente precisam desse medicamento, afim de conseguir ter uma rotina mais tranquila, sem dores ou desconfortos dentro ou fora dos seus períodos menstruais.</p>



<p>Qual a sua opinião a respeito?</p>



<p>Medless, saúde de dentro para fora.</p>
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		<title>Endometriose: Métodos de Diagnóstico</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/endometriose-metodos-de-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[Manipulados]]></category>
		<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassonografia vaginal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual o valor da investigação em casos de Endometriose? Um estudo publicado em julho de 2022, debate sobre o tema de investigação para diagnóstico da doença inflamatória do endométrio. A ultrassonografia e a ressonância magnética são meios não invasivos e importantes de se avaliar com precisão a doença, principalmente em casos pré-operatórios. Endometriose Embora a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-1024x1024.png" alt="diagnóstico da endometriose" class="wp-image-6865" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/03/23-Diagnostico-Endo.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o valor da investigação em casos de Endometriose?</h2>



<p>Um estudo publicado em julho de 2022, debate sobre o tema de investigação para diagnóstico da doença inflamatória do endométrio.</p>



<p>A ultrassonografia e a ressonância magnética são meios não invasivos e importantes de se avaliar com precisão a doença, principalmente em casos pré-operatórios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Endometriose</h3>



<p>Embora a doença seja benigna, ela é um problema médico, social e também econômico devido aos sintomas de caráter crônico.</p>



<p>Ela também é associada a complicações na gravidez como pré-eclâmpsia, partos prematuros e condições placentárias. Além de estar ligada em alguns casos com a infertilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Métodos de Diagnóstico</h3>



<p>Até recentemente tratava-se em grande escala com laparoscopia, apesar de muito se falar de que não há riscos neste procedimento, há muitos relatos de mulheres que gostariam de ser mãe e não conseguiram devido a cirurgia.</p>



<p>Existem vários meios de investigação da doença, incluindo o histórico de lesões no endométrio da paciente, o histórico clínico e laboratorial e também seu estilo de vida.</p>



<p>Neste estudo, com base de mais de 70 artigos envolvendo os métodos de <a href="https://grupomedless.com.br/endometriose-marco-amarelo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diagnóstico da endometriose</a>, temos:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ultrassonografia vaginal</h4>



<p>Este método é o mais acessível para as pacientes, quando se trata de uma investigação mais profunda dos sintomas da doença.</p>



<p>Ela permite identificar a diferença entre implantes endometrióticos e cistos ovarianos e excluir outras causas de síndrome de dor pélvica.<br>As pacientes podem sentir desconforto severo quando o transdutor é pressionado contra o nódulo endometriótico.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ressonância Magnética</h4>



<p>Já no caso da Ressonância Magnética (MRI), que não é tão acessível e é um método de mais poder aquisitivo.<br>Mesmo assim, ele pode escanear toda a região pélvica, fornecendo um relatório mais preciso da localização da doença, que por muitas vezes, pode não ser somente no endométrio, mas pulmões, e outros órgãos.</p>



<p>Com a MRI a triagem oportuna da endometriose pode permitir a utilização farmacológica apropriada e intervenções cirúrgicas para controlar os sintomas e melhorar os resultados de longo prazo das pacientes, ao mesmo tempo em que reduz as despesas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não existe melhor método de diagnósticos da Endometriose</h2>



<p>Todos os meios são realizados com intuito de investigar profundamente as causas da doença e melhores condições de tratamento.</p>



<p>Entre a ultrassonografia vaginal e a ressonância magnética, a diferença é que a modalidade de imagem com a melhor confiabilidade média para identificar o grau de Endometriose profunda, tem potencial a mais em casos de câncer no endométrio.</p>



<p>Apesar de não ser tão fácil de diagnosticar a doença, é importante que a paciente procure um profissional habilitado para orienta-la em seus exames de prevenção.</p>



<p>Gostou desse resumo?<br>Nos ajude a compartilhar informações de qualidade para pacientes e seus médicos.</p>



<p>Se você quiser ler os detalhes dos comparativos entre os métodos citados acima basta clicar <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9315729/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://chat.whatsapp.com/I5v63VTVFdc5maLZ23vzJ8" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-6443" width="256" height="256" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/12/10-Prescricao-medica.png 1080w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></a></figure>
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		<item>
		<title>Entenda a Menopausa com a Dra. Christiane Berger</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/entenda-a-menopausa-com-a-dra-christiane-berger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um olhar feminino e ginecológico das fases em que toda mulher passa durante sua vida. Do nascimento à morte, buscando e trazendo qualidade de vida para aquelas que vivem não só suas vidas, mas levam a leveza para outras vidas, as mulheres! Neste vídeo, a Dra. Christiane Berger relata os processos de produção de hormônios, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fases da Mulher Dra Chris" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/yGOH1f_fLw8?start=192&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Um olhar feminino e ginecológico das fases em que toda mulher passa durante sua vida.</p>



<p>Do nascimento à morte, buscando e trazendo qualidade de vida para aquelas que vivem não só suas vidas, mas levam a leveza para outras vidas, as mulheres! </p>



<p>Neste vídeo, a Dra. Christiane Berger relata os processos de produção de hormônios, processos dos quais geram oscilações e alterações conforme a fase em que a mulher se encontra: </p>



<p>Pré-Puberdade;<br>Puberdade; <br>Menacme;<br>Pré-Menopausa; <br>Menopausa;<br>E Pós-Menopausa. </p>



<p>Muito além de uma explicação, uma verdadeira aula de como as mulheres são fortes a cada fase que enfrentam!</p>
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		<item>
		<title>SOP x Obesidade</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/sop-x-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Ovário Policístico]]></category>
		<category><![CDATA[imc]]></category>
		<category><![CDATA[implantes hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[patologias femininas]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do ovário policístico]]></category>
		<category><![CDATA[sop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a relação entre a Síndrome do Ovário Policístico e a Obesidade? Um estudo publicado em março de 2022, na PubMed, revela a relação intima entre duas doenças bastante comuns hoje em dia, a SOP (Síndrome do Ovário Policístico) e a Obesidade. A SOP é ​​uma condição comum caracterizada por características reprodutivas, androgenéticas e dismetabólicas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-1024x1024.png" alt="sop x obesidade" class="wp-image-6684" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2023/01/02-Sop-x-Obesidade.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a relação entre a Síndrome do Ovário Policístico e a Obesidade?</h2>



<p>Um estudo publicado em março de 2022, na<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9494255/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> PubMed</a>, revela a relação intima entre duas doenças bastante comuns hoje em dia, a <a href="https://grupomedless.com.br/tudo-sobre-sop/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOP (Síndrome do Ovário Policístico)</a> e a <a href="https://grupomedless.com.br/estresse-e-doencas-um-desafio-transdisciplinar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Obesidade</a>.</p>



<p>A SOP é ​​uma condição comum caracterizada por características reprodutivas, androgenéticas e dismetabólicas , e frequentemente se manifesta clinicamente na adolescência , principalmente com ganho de peso.</p>



<p>A obesidade é uma condição crônica grave que apresenta como principal característica o acúmulo de gordura corporal, determinada pelo resultado do IMC (Índice de Massa Corporal)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como calcular o IMC ?</h3>



<p><strong>IMC=peso (kg)/altura (m) x altura (m)</strong></p>



<p>Exemplo: Maria tem <strong>88 kg</strong> e sua altura é <strong>1,67 m</strong></p>



<p><strong>Altura x altura =</strong> 1,67 x 1,67 = 2,7889</p>



<p><strong>IMC = </strong>88 / 2,7889 = <strong>31,55</strong></p>



<p><em>O resultado de 31,55 de IMC indica que Maria está no grau da obesidade.</em></p>



<p>Outros exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cláudia tem <strong>83 kg</strong> e sua altura é <strong>1,75 m</strong></li>
</ul>



<p><em>1,75 x 1,75 = 3.0625</em></p>



<p><em><strong>IMC =</strong> 83 / 3,0625 = <strong>27,10</strong></em></p>



<p><em>O resultado de 27,10 de IMC indica que Cláudia está acima do peso desejado (sobrepeso).</em></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lurdes tem <strong>58 kg</strong> e sua altura é <strong>1,58 m</strong></li>
</ul>



<p><em>1,58 x 1,58 = 2,4964</em></p>



<p><em><strong>IMC=</strong> 58 / 2,4964 = <strong>23,23</strong></em></p>



<p><em>Ou seja, 23,23 de IMC da Lurdes indica que ela está no peso normal.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">A Classificação do IMC basicamente se dá por:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>Menor que 18,5 – Abaixo do peso</li>



<li>Entre 18,5 e 24,9 – Peso normal</li>



<li>Entre 25 e 29,9 – Sobrepeso (acima do peso desejado)</li>



<li>Igual ou acima de 30 – Obesidade</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">E qual a ligação entre essas doenças?</h2>



<p>Alguns dos resultados citados indicam que <strong><em>a resistência à insulina afeta entre 50 e 90% das mulheres com SOP e a obesidade ou sobrepeso afetam entre 38 e 88% das mulheres com SOP</em></strong>.</p>



<p>Ou seja, a obesidade, age através do aumento da resistência à insulina, que promove a manifestação clínica da SOP em meninas e mulheres geneticamente predispostas, e portanto, a obesidade aumenta a propensão à SOP, e esta é a verdadeira explicação de por que as mulheres com SOP são obesas ou com excesso de peso.<br>A relação está na genética predisposta em relação a resistência a insulina e também em mulheres com probabilidade de desenvolver a doença SOP.</p>



<p>Contudo, esse artigo tem base nesse estudo mas, não descarta fatores como alimentação, hormônios e sedentarismo, que são bases de uma vida saudável, e que associados a um tratamento com menos medicamentos, no caso do uso de implantes hormonais, colocados por um profissional da medicina, devidamente habilitado.</p>



<p>Ressaltando que, esse post não tem ação apelativa, mas sim informar pessoas sobre doenças crônicas, apresentar estudos relacionados às patologias femininas e também comunicar o uso correto dos implantes hormonais.</p>



<p>Medless, qualidade de vida de dentro para fora!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hormônios e Transgêneros</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/hormonios-e-transgeneros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 18:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[trans]]></category>
		<category><![CDATA[transgênero e hormônios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como funciona a mudança de gênero? Para darmos início a este artigo, você precisa compreender como funciona o tratamento como um todo, e como os hormônios agem durante a transição. As pessoas trans têm uma identidade de gênero que difere do sexo atribuído no nascimento.Para muitos indivíduos transgêneros, o acesso à terapia hormonal de afirmação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/11/HT-Trans-M1-1024x1024.png" alt="Hormônios" class="wp-image-6326" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/11/HT-Trans-M1-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/11/HT-Trans-M1-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/11/HT-Trans-M1-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/11/HT-Trans-M1-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/11/HT-Trans-M1.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a mudança de gênero?</h2>



<p>Para darmos início a este artigo, você precisa compreender como funciona o tratamento como um todo, e como os hormônios agem durante a transição.</p>



<p>As pessoas trans têm uma identidade de gênero que difere do sexo atribuído no nascimento.<br>Para muitos indivíduos transgêneros, o acesso à terapia hormonal de afirmação de gênero (GAHT) é um passo importante e medicamente necessário em sua transição de gênero.</p>



<p>Ambos os regimes de feminização e masculinização são seguros quando usados ​​dentro de protocolos hormonais estabelecidos e estão associados a melhorias significativas nos resultados de saúde mental, incluindo redução da depressão, ansiedade e disforia de gênero.</p>



<p>Os médicos devem estar cientes das diretrizes atuais de melhores práticas para iniciar e manter pacientes em GAHT.</p>



<p>Indivíduos transgêneros representam uma população medicamente carente e pouco pesquisada.</p>



<p>O tratamento de afirmação de gênero de pessoas transgênero requer uma abordagem multidisciplinar na qual os endocrinologistas desempenham um papel crucial.</p>



<p>Há um número crescente de estudos que ilustram a importância dos tratamentos de terapia hormonal em homens e mulheres transgêneros para ajudar a melhorar a disforia de gênero e promover o bem-estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Você conhece os hormônios que fazem parte desta transição?</h2>



<p>O tratamento hormonal feminino para mulheres transgênero ou pessoas não-binárias de gênero geralmente inclui estrogênio natural (estradiol).</p>



<p>Tratamento adicional de bloqueio de testosterona é frequentemente necessário para garantir a supressão do eixo pituitário-gonadal e pode incluir <a href="https://grupomedless.com.br/beneficios-da-ciproterona/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acetato de ciproterona</a>, um agonista do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH-a) ou espironolactona.</p>



<p>A espironolactona e o acetato de ciproterona são comumente usados ​​na terapia hormonal de feminização para atingir a meta de nível de testosterona na faixa feminina.<br>No entanto, os dados sobre a comparação da eficácia entre esses dois antiandrogênios são escassos.</p>



<p>O objetivo deste artigo é revisar dados recentes sobre o tratamento hormonal dessa população e seus efeitos na saúde física, psicológica e mental.<br>Descobriu-se que problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade, reduzem consideravelmente após o tratamento hormonal.</p>



<p>As diretrizes da Endocrine Society para mulheres transgênero incluem estrogênios em combinação com medicamentos redutores de andrógenos.</p>



<p>O tratamento de feminização com estrogênios e antiandrogênios tem desejado mudanças físicas, como:</p>



<p>Aumento do crescimento mamário,<br>Redução do crescimento de pelos faciais e corporais;<br>E redistribuição de gordura no padrão feminino.</p>



<p>Possíveis efeitos colaterais devem ser discutidos com os pacientes, particularmente aqueles em risco de tromboembolismo venoso.</p>



<p>Em estudo comparado sobre os efeitos antiandrogênicos entre acetato de ciproterona e espironolactona em mulheres transgênero, chegaram a conclusão de que para a terapia hormonal feminizante, o acetato de ciproterona apresentou maior eficácia de supressão de testosterona do que a espironolactona.</p>



<p>As diretrizes da Endocrine Society para homens transgêneros incluem:</p>



<p>Terapia com testosterona para virilização com engrossamento da voz; Cessação da menstruação;<br>E aumento da massa muscular e pelos faciais e corporais.</p>



<p>Devido à falta de evidências, o tratamento de pessoas não binárias de gênero deve ser individualizado.</p>



<p>Os jovens podem receber suspensão puberal, composta por análogos de GnRH, seguidos posteriormente por esteróides sexuais.</p>



<p>As opções para preservação da fertilidade devem ser discutidas antes de qualquer intervenção hormonal.</p>



<p>Há evidências de que a progesterona normal (e a ovulação), bem como os níveis fisiológicos de estradiol, são necessários durante os ciclos menstruais pré-menopáusicos de mulheres cis para a fertilidade atual e saúde a longo prazo.</p>



<p>Em relação a morbidade e o risco cardiovascular com hormônios do sexo cruzado permanecem inalterados entre homens transgêneros e pouco claros entre mulheres transgêneros.</p>



<p>Gostou de entender um pouco mais sobre hormônios em pessoas trans? Compartilhe com amigos e vamos espalhar conhecimento, principalmente sobre um assunto rodeado de tabus.</p>



<p>Medless, saúde de dentro para fora!</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Fontes: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PubMed</a></p><cite>https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30608551/<br>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6692765/<br>https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31440128/<br>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6692765/</cite></blockquote></figure>
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		<title>Sarcopenia x Menopausa</title>
		<link>https://grupomedless.com.br/sarcopenia-x-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kelly Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medless d.d.]]></category>
		<category><![CDATA[Sarcopenia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[sarcopenia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de reposição hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que a Sacopenia tem a ver com a Menopausa? Com base na ciência, a menopausa está associada à ausência da menstruarão por mais de 12 meses consecutivos. Isso acontece devido a decorrente deficiência do estrogênio. Durante o envelhecimento e a transição menopausal ocorre uma degeneração muscular progressiva que pode levar à sarcopenia. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/10/28-Sarcopenia-e-Menopausa-1024x1024.png" alt="sarcopenia" class="wp-image-6272" width="512" height="512" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/10/28-Sarcopenia-e-Menopausa-1024x1024.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/10/28-Sarcopenia-e-Menopausa-300x300.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/10/28-Sarcopenia-e-Menopausa-150x150.png 150w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/10/28-Sarcopenia-e-Menopausa-768x768.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/10/28-Sarcopenia-e-Menopausa.png 1080w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Você sabe o que a Sacopenia tem a ver com a Menopausa?</h2>



<p>Com base na ciência, a <strong>menopausa</strong> está associada à ausência da menstruarão por mais de 12 meses consecutivos. Isso acontece devido a decorrente deficiência do estrogênio.</p>



<p>Durante o envelhecimento e a transição menopausal ocorre uma degeneração muscular progressiva que pode levar à sarcopenia.</p>



<p>Enquanto que a <strong><a href="https://grupomedless.com.br/sarcopenia-x-qualidade-de-vida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sarcopenia</a> </strong>não só se resume em baixa qualidade, massa e força muscular, mas um <strong>distúrbio muscular esquelético</strong> progressivo e generalizado.<br>Associado ao aumento da probabilidade de desfechos adversos, como: quedas, fraturas, incapacidade física e mortalidade.</p>



<p>A <strong>atrofia muscular</strong> relacionada à idade está relacionada a <strong>fatores musculares e neuromusculares</strong>.<br>De fato, foi demonstrado que, em idosos, alterações no exercício e nutrição , além de alterações hormonais levam à insuficiência da junção neuromuscular, perda de miofibras e disfunção mitocondrial.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://app.rdstation.com.br/landing-pages/3288106" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="390" src="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Banner-1024x390.png" alt="Academy" class="wp-image-4332" srcset="https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Banner-1024x390.png 1024w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Banner-300x114.png 300w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Banner-768x293.png 768w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Banner-1536x585.png 1536w, https://grupomedless.com.br/wp-content/uploads/2022/01/Banner-2048x780.png 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Mas o que isso quer dizer? Assim como a Menopausa, todas as mulheres estão propensas a ter Sarcopenia?</h3>



<p>Calma, vamos entender primeiramente o que significa alguns termos usados no texto acima.</p>



<p>A<strong> junção neuromuscular</strong> é a junção entre a parte terminal de um axônio motor com uma placa motora, que é a região da membrana plasmática de uma fibra muscular (o sarcolema) onde se dá o encontro entre o nervo e o músculo permitindo desencadear a contração muscular.</p>



<p>Fonte:  <a href="https://www.unioeste.br/portal/microscopio-virtual/tecido-muscular/fuso-muscular-e-juncao-neuromuscular#:~:text=A%20jun%C3%A7%C3%A3o%20neuromuscular%20%C3%A9%20a,a%20transmiss%C3%A3o%20do%20impulso%20nervoso." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unioeste</a> </p>



<p>As<strong> miofibrias</strong> são organelos tubulares dispostos em feixes longitudinais que preenchem quase totalmente o citoplasma das células musculares, em contacto com as extremidades do sarcolema (a membrana celular destas células) e são responsáveis pela sua contratibilidade.</p>



<p>Fonte: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Miofibrilha" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Wikipedia</a></p>



<p>A <strong>mitocondria</strong> é uma organela citoplasmática membranosa, cuja principal função é a geração de energia através da síntese do trifosfato de adenosina (ATP).<br>E a sua disfunção implica na insuficiência cardíaca devido ao acúmulo de estresse oxidativo.</p>



<p>Algumas das funções da mitocôndria em nosso organismo, são:</p>



<p>Produção de energia; Termogênese; Apoptose (morte celular programada); Homeostase celular; Controle da insulina; Produção de espécies reativas de oxigênio (importante para geração de energia, para imunidade. Excesso acelera processo de envelhecimento); Síntese de hormônios esteróides (estrogênio e testosterona); Eliminação de toxinas como amônia e autofagia (digestão de seus próprios componentes danificados); Síntese da proteína heme (que transporta oxigênio dentro das hemácias); Síntese de RNA e DNA; Metabolismo de carboidrato, gordura, colesterol e neurotransmissores; e Autofagia &#8211; processo pelo qual a célula consegue digerir seus próprios componentes danificados).</p>



<p>Agora é possível compreender que uma parte das mulheres passarão pela Sarcopenia, devido a sua alimentação, vida ativa relacionada a atividades físicas e claro, a genética.<br>Mas, todas as mulheres passam pelo processo natural da Menopausa, exceto em casos de <strong>histerectomia </strong>(retirada do útero, e/ou trompas e ovários, depende do grau clínico de cada mulher, quando for necessário esta cirurgia.)</p>



<p>Então, a resposta é não, porém, é importante ressaltar também a possibilidade de prevenir e também de tratar tanto a Sarcopenia, como a Menopausa.</p>



<p>Alguns autores relatam que a prevalência à Sarcopenia cresce com os anos e mulheres na pré-menopausa, com cerca de 30 a 40 +-, aumentou 1,7%.<br>Enquanto que, na pós-menopausa, pela faixa dos 60 a 70 anos: 1,4%; dos 70 aos 80 anos cresce para 12,5%; e acima dos 80 anos: 17,4%.</p>



<p>Claro, todos estes dados com variáveis de sedentarismo, desnutrição, baixa ingestão de vitamina D e proteínas, alterações hormonais, dentre outros fatores.</p>



<p>Também podemos citar a diminuição de estrogênios, testosterona, dehidroepiandrosterona, hormônio do crescimento e fator de crescimento semelhante à insulina.</p>



<p>Nós, do Grupo Medless, ofertamos tratamento hormonal para doenças crônicas, como a <strong>Sarcopenia, Endometriose, SOP</strong> e outras doenças e patologias femininas como <strong>Menopausa, TPM aguda, Enxaqueca,</strong> dentre outras.</p>



<p>No entanto, a terapia hormonal deve ser levada em consideração por um profissional habilitado e experiente no assunto, para então prescrever a dosagem mínima de acordo com os níveis hormonais e também as queixas da paciente.</p>



<p>Leia mais sobre <strong>terapia de reposição hormonal</strong> <a href="https://grupomedless.com.br/a-verdade-sobre-os-hormonios-femininos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>Em resumo, o artigo diz que todas os componentes da Sarcopenia, podem ser tratadas por todas as intervenções: nutrição, atividade física, hormônio terapia natural ou não, e que são recomendáveis para mulheres na pós-menopausa para um envelhecimento mais saudável.<br>E o associação ocorre devido a diminuição dos estrogênios e alterações homonais que ocorrem durante a Menopausa.</p>



<p>fonte: <a href="https://www.dovepress.com/sarcopenia-in-menopausal-women-current-perspectives-peer-reviewed-fulltext-article-IJWH" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dovepress</a></p>



<p>Fez algum sentido para você estas informações? Então compartilha com os amigos e lembre-os que manter uma alimentação balanceada e saudável, constantes atividades físicas e hidratação, aliados as visitas médicas periodicamente podem ajudar na prevenção não só da Sarcopenia, mas quase 100% de todas as patologias já descritas em literatura.</p>
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